Resumen
Objetivo: Caracterizar el perfil epidemiológico de las víctimas de comportamiento suicida en Amapá, enfocándose en el género, durante el período de 2018 a 2022. Métodos: Se realizó un estudio observacional, descriptivo y transversal utilizando datos secundarios del Sistema Nacional de Enfermedades de Notificación Obligatoria (CID Y09 – violencia, lesión autoinfligida). Se llevaron a cabo análisis descriptivos y pruebas de chi-cuadrado (p < 0,05) para evaluar las asociaciones entre género y variables como edad, raza/color, discapacidad, consumo de alcohol, medios utilizados y repetición de la lesión. Resultados: Se registraron 829 casos, con el 75% de las víctimas siendo mujeres y el 25% hombres, con mayor incidencia entre jóvenes adultos (20-29 años) y adolescentes (15-19 años), y una alta tasa de repetición de autolesiones (52%). Las variables de género, edad, medios, lugar y repetición de la lesión mostraron asociaciones significativas, indicando superposición de factores de riesgo. Conclusión: El estudio destaca la necesidad de intervenciones preventivas y cuidados continuos en salud mental, sensibles a las necesidades de mujeres y hombres en las diferentes etapas de la vida, y subraya la importancia de combatir la subnotificación y mejorar los datos epidemiológicos.
Referencias
ABREU PM, et al. Tentativas de suicídio no Brasil: fatores de risco e locais mais comuns. Revista Brasileira de Psiquiatria, 2021; 43(4): 334-340.
ALVES FJO. The rising trends of self-harm in Brazil: an ecological analysis of notifications, hospitalisations, and mortality between 2011 and 2022. The Lancet Reg Health – Americas, 2023; 31:100691.
AMAPÁ. Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá. Núcleo de Vigilância Epidemiológica. Unidade de Doenças não Transmissíveis. Boletim Epidemiológico sobre mortalidade por causas externas, 2024.
Secretaria de Estado da Saúde (SESA). Plano Estadual de Saúde 2024-2027. Amapá, 2023. Disponível em: https://saude.portal.ap.gov.br/biblioteca.
ARRUDA LES de, et al. A dor silenciosa do corpo: análise dos casos de violência autoprovocadas no Brasil. Revista Portuguesa de Enfermagem em Saúde Mental, 2022; (27): 38-53.
BAHIA CA, et al. Self-harm throughout all life cycles: profile of victims using urgent and emergency care services in Brazilian state capitals. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 2020; 22(9): 2841–2850.
BEZERRA APS, et al. Mortalidade por violência autoprovocada em mulheres em idade fértil no Rio Grande do Norte. Revista Ciência Plural, 2024; 10(1): 1–22.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde. Estratégias para o enfrentamento das doenças crônicas e agravos não transmissíveis no Brasil 2021-2030. Brasília: Ministério da Saúde, 2021.
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Brasília, 2021; 52(33).
Ministério da Saúde. Plataforma integrada de vigilância em saúde. Taxa de mortalidade por suicídio por unidade da federação, 2022. Brasília, 2024.
Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Brasília, 2024; 55(4).
CORNEJO-GUERRA N. Conductas autolíticas suicidas y no suicidas en víctimas de violencia sexual infantil. Apuntes de Psicología, Universidad de Sevilla, España, 2024; 42(1): 41-48.
DANTAS ESO, et al. Aspectos psicossociais do suicídio em mulheres do sertão do Rio Grande do Norte, Brasil. Cadernos de Saúde Coletiva, 2022; 30(2): Apr-Jun.
FATTAH N, LIMA MS de. Perfil epidemiológico das notificações de violência autoprovocada de 2010 a 2019 em um estado do sul do Brasil. Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, 2020; 16(4): 65-74.
FERREIRA ML, et al. Perspectivas da rede de Atenção Primária à Saúde ao Comportamento Suicida. Revista Paulista de Enfermagem, 2023; 34(1).
GALVÃO JLP, et al. Neuroendocrine impact of excessive use of social networks on the academic performance of university students. REAS. 2024; (9).
GRANT JB, et al. Specific anxiety and depression symptoms are risk factors for the onset of suicidal ideation and suicide attempts in Youth. Journal of Affective Disorders, 2023; 327: 299-305.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Dados de 2022.
KNIPE D, et al. Suicide and self-harm. Lancet 2022; 399: 1903-16.
LANGE S, et al. Contextual factors associated with country-level suicide mortality in the Americas, 2000–2019: a cross-sectional ecological study. The Lancet Regional Health – Americas, 2023; 20: 100450.
LIU Y, et al. Relação entre trauma de infância e automutilação não suicida em estudantes do ensino médio: o papel mediador da percepção do estresse e o papel moderador do relacionamento professor-aluno. BMC Psychol, 2024; 12: 379.
MAURYA C, et al. The roles of self-efficacy and parental communication in the association between cyber victimization and depression among adolescentes and Young adults: a structural equation model. BMC psychiatry. 2023; 23: 337.
MENDES LMC, et al. Vulnerabilities to illnesses in women living on the border of the Guiana Shield mines. Rev Esc Enferm USP, 2023; 57: e20230010.
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO (MTE). 2024. 2° Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios.
MOURA EH, et al. Atendimento pré-hospitalar às tentativas de suicídio: um estudo transversal. J Bras Psiquiatria, 2022; 71(1): 92-9.
PAIXÃO BTA, da et al. Suicídio e lesões autoprovocadas: análise do perfil epidemiológico e prevalência dos casos no Brasil entre 1996 e 2019. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(8): e8583.
PANDEY S, et al. Sex-specific factors associated with lifetime suicide attempt among patients with alcohol use disorders. BJPsych Open, 2022; 18(4): e135.
PANTOJA GMT, et al. Saúde mental na juventude: distribuição de óbitos por suicídio entre jovens no Amapá no período de 2015 a 2022. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, 2024; 17(10): 1-26.
RIBAS C, et al. Diferenças de gênero no comportamento suicida: uma análise epidemiológica. Revista Brasileira de Psiquiatria, 2020; 42(3): 254-260.
RODWAY C, et al. Children and young people who die by suicide: childhood-related antecedents, gender differences and service contact. BJPsych Open, 2020; 6(3): e49.
SANTOS BA, et al. Comportamento suicida e ansiedade entre usuários de um centro de atenção psicossocial no nordeste brasileiro. Rev Baiana de Saúde Pública, 2021; 45(4): a3352.
SANTOS LV, et al. Prevenção e fatores relacionados à ideação suicida em adolescentes nas entrelinhas de uma revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(9): e8112.
SANTOS RMS, et al. The associations between screen time and mental health in adolescents: a systematic review. BMC Psychology, 2023; 11(1): 127.
SILVA DA, MARCOLAN JF. Tentativa de suicídio e suicídio no Brasil: análise epidemiológica. Medicina (Ribeirão Preto), Ribeirão Preto, Brasil, 2021; 54(4): e-181793.
SUTAR R, et al. Suicide and prevalence of mental disorders: A systematic review and meta-analysis of world data on case-control psychological autopsy studies. Psychiatry Research, 2023; 329: 115492.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Suicide worldwide in 2019: global health estimates. Licence: CC BY-NC-SA 3.0 IGO. Geneva: WHO; 2021.
XU P, SUN Y. Risk factors for suicidal attempt in patients with the melancholic subtype of depressive disorder: Implication for nursing care. Medicine Open, 2022; 101(32): e29713.
