Resumen
Objetivo: Describir el panorama de la vacunación contra el dengue en niños y adolescentes en el estado de Mato Grosso. Métodos: Se trata de un estudio ecológico, descriptivo y transversal que utilizó datos del Ministerio de Salud, a través de la plataforma Localiza SUS, y otras fuentes del gobierno federal e instituciones de salud, en el año 2024, utilizando las siguientes variables: sexo, edad, etnia y municipios de aplicación. Resultados: Desde el inicio de la campaña estatal de vacunación contra el dengue en 2024, con la vacuna Qdenga, se han aplicado 17.112 dosis al público objetivo, representado por personas de 10 a 14 años, hasta la 35ª semana epidemiológica. Sin embargo, en el período analizado, la adherencia de este grupo al esquema completo de vacunación fue baja, pues solo el 17,5% de los vacunados volvió a recibir la segunda dosis de la vacuna. Conclusión: El aumento de la incidencia de la enfermedad, especialmente en 2024, pone de relieve la necesidad de reforzar las medidas de control. El estudio reafirma el uso de la vacuna como una importante medida preventiva disponible en el SUS, y destaca que debe ser ampliamente difundida en conjunto con acciones de educación en salud.
Referencias
ALVES JA, et al. Percepção da comunidade sobre suas ações preventivas contra dengue, zika e chikungunya nas cinco regiões do Brasil. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2022; 32(3): e320312.
BIGNARDI PR, et al. Acutekidneyinjuryassociatedwith dengue virusinfection: a review. Brazilian Journal of Nephrology, 2022; 44(2): 232-237.
BOING AF, et al. Desigualdades raciais na vacinação infantil e nos obstáculos à vacinação no Brasil entre nascidos vivos em 2007 e 2018: análise de uma coorte retrospectiva dos dois primeiros anos de vida. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2024; 33(spe2): e20231216.
BRASIL. História do Zé Gotinha: saiba como nasceu o símbolo da imunização do Brasil. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/marco/historia-do-ze-gotinha-saiba-como-nasceu-o-simbolo-da-imunizacao-do-brasil. Acessado em: 10 de janeiro de 2025.
BRASIL. O Agente Comunitário de Saúde no combate da dengue. 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/agente_comunitario_saude_dengue.pdf. Acessado em: 10 de janeiro de 2025.
BRASIL. Painel de Monitoramento das Arboviroses. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aedes-aegypti/monitoramento-das-arboviroses. Acessado em: 10 de setembro de 2024.
BRASIL. Panorama do Censo 2022. 2022. Disponível em: https://censo2022.ibge.gov.br/panorama/. Acessado em: 10 de setembro de 2024.
BRASIL. Regiões de Saúde Atendidas em 2024. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue/vacinacao/mato-grosso. Acessado em: 10 de setembro de 2024.
BRASIL. Vacinação do Calendário Nacional (LocalizaSUS). Disponível em: https://infoms.saude.gov.br/extensions/SEIDIGI_DEMAS_VACINACAO_CALENDARIO_NACIONAL_OCORRENCIA/SEIDIGI_DEMAS_VACINACAO_CALENDARIO_NACIONAL_OCORRENCIA.html. Acessado em: 11 de setembro de 2024.
CALDERÓN-PELÁEZ MA, et al. Endothelialdysfunction, HMGB1, and Dengue: an enigma to solve. Viruses, 2022; 14(8): 1765.
CAMBAÚVA D. 2024. Entenda como funciona a vacina contra dengue ofertada pelo SUS. Brasília: Agência Gov. Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202401/entenda-como-funciona-a-vacina-contra-dengue-ofertada-pelo-sus. Acesso em: 15 ago. 2024.
CAMPOS ALV, et al. A história da poliomielite no Brasil e seu controle por imunização. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 2003; 10(suppl 2): 573-600.
COBO B, et al. Desigualdades de gênero e raciais no acesso e uso dos serviços de atenção primária à saúde no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26(9): 4021-4032.
FILHO MVCS. Desenvolvimento e importância das vacinas: por que ainda é preciso afirmar o óbvio?.Brazilian Journal of Health Review, 2023; 6(4): 16395–16412.
FREEDMAN DO. A new dengue vaccine (TAK-003) now WHO recommended in endemicareas; whatabouttravellers?.JournalofTravel Medicine, 2023; 30(7): 1-3.
FURTADO ANR, et al. Dengue e seus avanços. Revista RBAC, 2019; 51(3): 196-201.
GADELHA CAG, et al. Acesso a vacinas no Brasil no contexto da dinâmica global do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36(2): e00154519.
INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA AO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DE SÃO PAULO (IAMSPE). 2023. Risco da dengue. São Paulo: IAMSPE. Disponível em: https://www.iamspe.sp.gov.br/risco-da-dengue. Acesso em: 16 ago. 2024.
LIMA-CAMARA TN. A dengue é produto do meio: uma abordagem sobre os impactos do ambiente no mosquito Aedes aegypti e nos casos da doença. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2024; 27.
LÓPEZ-MEDINA E, et al. Efficacyof a dengue vaccine candidate (TAK-003) in healthychildrenandadolescents 2 yearsaftervaccination. The Journal of Infectious Diseases, 2022; 225(9): 1521-1532.
MEDEIROS EA. Desafios no controle da epidemia da dengue no Brasil. Acta Paulista de Enfermagem, 2024; 37: eEDT012.
MILANI LRN, BUSATO IMS. Causas e consequências da redução da cobertura vacinal no Brasil. Revista de Saúde Pública do Paraná. 2021; 4(2): 157-171.
NICACIO JM, et al. Heart diseaseandarboviruses: a systematic review and meta-analysis. Viruses, 2022; 14(9): 1988.
NOBRE R, et al. Hesitação e recusa vacinal em países com sistemas universais de saúde: uma revisão integrativa sobre seus efeitos. Saúde em Debate. 2022; 46(spe1): 303-321.
PUCCIONI-SOHLER M, et al. Review of dengue, zikaandchikungunyainfections in nervous system in endemicareas. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, 2023; 81(12): 1112-1124.
SANTOS JPC, et al. ARBOALVO: estratificação territorial para definição de áreas de pronta resposta para vigilância e controle de arboviroses urbanas em tempo oportuno. Cadernos de Saúde Pública, 2022; 38(3): e00110121.
SATO APS. Qual a importância da hesitação vacinal na queda das coberturas vacinais no Brasil?. Revista de Saúde Pública, 2018; 52(96).
SCHUELER P. 2019. Produção de vacinas - entenda o “processamento final”. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Disponível em: https://www.bio.fiocruz.br/index.php/en/noticias/1665-producao-de-vacinas-entenda-o-processamento-final. Acesso em: 03 jan. 2025.
SILVA TMR, SÁ ACMGN. Desafios da cobertura vacinal no Brasil: fake news e desigualdades. CONASS, 2024; 157-176.
STEPHEN JT, et al. Dengue virusinfection: preventionandtreatment. UpToDate, 2024.
TEIXEIRA DBS, CRUZ SPL. Atenção à saúde do homem: análise da sua resistência na procura dos serviços de saúde. Revista Cubana de Enfermería. 2016; 32(4): 126-136.
TRIVEDI S, CHAKRAVARTY A. Neurological complications of dengue fever. Current Neurology and Neuroscience Reports, 2022; 22(8): 515-529.
VENÂNCIO LGA, et al. Does a patient with acquired arbovírus infection have a hearing impairment? A scoping review ofhearingchanges in anadultwith Dengue, Chikungunya, and Zika. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, 2024; 90(1): e101342.
YAKABE-NELSON JM, et al. Cobertura vacinal em crianças de até um ano no Estado de Mato Grosso. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(9): e16915.
