Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Análisis epidemiológico de las tasas de intentos de autoexterminio y lesiones autoinfligidas en Teresina-PI en 2022
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Suicidio
Intento de suicidio
Autolesión intencional
Epidemiología
Salud mental

Cómo citar

Análisis epidemiológico de las tasas de intentos de autoexterminio y lesiones autoinfligidas en Teresina-PI en 2022. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19942. https://doi.org/10.25248/reas.e19942.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar los índices epidemiológicos de lesiones autoinfligidas e intentos de autoeliminación en pacientes de un hospital de urgencias en Teresina (2022), comparándolos con datos del SINAN sobre violencia autoinfligida en Teresina en el mismo período. Métodos: Estudio transversal, descriptivo y cuantitativo, realizado entre septiembre de 2023 y diciembre de 2024, utilizando fichas recopiladas por investigadores y datos digitales. Resultados: Se observaron diferencias en cuanto al sexo (predominio femenino en el hospital frente a masculino en SINAN), el medio utilizado (70% de envenenamientos en SINAN frente a 45% de "otras formas" en el hospital) y el rango de edad (15–29 años en SINAN frente a 20–39 años en el hospital). Hubo convergencia en datos no identificados como “raza”, “escolaridad”, “uso de alcohol” y “violencia repetida” en ambos medios, con mayor procedencia de pacientes de Teresina. Se destacaron problemas como registros incompletos, falta de datos de desenlace en SINAN, escaso seguimiento de salud mental durante la hospitalización y pocas derivaciones psiquiátricas al alta médica. Conclusión: Se identificaron diferencias significativas en el perfil epidemiológico entre las notificaciones y los registros médicos, además de la baja calidad de los datos y la necesidad de mejorar la capacitación del equipo asistencial.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANDRADE MV. Fatores associados à recorrência de tentativas de suicídio: uma revisão integrativa da literatura de 2000 a 2020. Revista Brasileira de Psicoterapia, 2022; 24: 1.

ARAGÃO CMC, MASCARENHAS MDM. Tendência temporal das notificações de lesão autoprovocada em adolescentes no ambiente escolar, Brasil, 2011-2018. Epidemiol e Serviços de Saúde, 2022; 31: 1.

BACHMANN S. Epidemiology of Suicide and the Psychiatric Perspective. International Journal of Environmental Research and Public Health, 2018; 15(7): 1425.

BONGERS F, et al. A importância da formação de enfermeiros e a qualidade dos serviços de saúde. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 2018; 1: 1-8.

BRASIL. Lei nº 13.819, de 26 de abril de 2019. Institui a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio, a ser implementada pela União, em cooperação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; e altera a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l13819.htm. Acessado em: 2 nov. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico 33. Mortalidade por suicídio e notificações de lesões autoprovocadas no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, v. 52, set. 2021. Disponível em: http://www.saude.gov.br/boletins. Acessado em: 3 nov. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Brasília. 2024. Acesso em: 5 mai. 2024.

CRUZ NPS, et al. Preenchimento da ficha de notificação compulsória de violência interpessoal e autoprovocada: desafios enfrentados pelo profissional de saúde. HUM@NÆ – Questões controversas do mundo contemporâneo, 2024; 13(2).

DANTAS ESO, et al. Suicídio de mulheres no Brasil: necessária discussão sob a perspectiva de gênero. Ciência & Saúde Coletiva, 2023; 28(5): 1469–1477.

DURKHEIM E. O Suicídio: estudo de sociologia. Trad. Monica Stahel. 1ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

ESTELLITA-LINS C. Trocando seis por meia dúzia: suicídio como emergência do Rio de Janeiro. 1a edição ed. Rio de Janeiro, RJ: Mauad X, 2012.

HAWTON K, HEERINGEN KV. Suicide. The Lancet, 2009; 373(9672): 1372–1381.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Panorama dos suicídios e lesões autoprovocadas no Brasil de 2010 a 2021. Boletim Epidemiológico, 2024; 4(55).

ALVES FJO, et al. The rising trends of self-harm in Brazil: an ecological analysis of notifications, hospitalizations, and mortality between 2011 and 2022. The Lancet Regional Health - Americas, 2024; 31: 100691.

PEREZ J, et al. Depression and alcohol use disorders as precursors to death by suicide. Death Studies, 2022; 46(3): 619–627.

ROSOFF DB, et al. Educational attainment reduces the risk of suicide attempt among individuals with and without psychiatric disorders independent of cognition: a bidirectional and multivariable Mendelian randomization study with more than 815,000 participants. Translational Psychiatry, 2020; 10(1): 388.

SANTOS CDM, et al. Epidemiology of suicide in Brazil (1980 – 2000): caracterização das taxas de suicídio por idade e gênero. Rev Bras Psiquiatr., p. 4, [s.d.].

SOUSA CMDS, et al. Incompletude do preenchimento das notificações compulsórias de violência - Brasil, 2011-2014. Revista Cadernos Saúde Coletiva, 2020; 28(4): 477–487.

STOPPA RG, et al. Profissionais de saúde no atendimento ao usuário com comportamento suicida no Brasil: revisão sistemática. Rev. Psicol. Saúde, Campo Grande, 2020; 12(4): 65-80.

TURECKI G, BRENT DA. Suicide and suicidal behaviour. The Lancet, 2016; 387(10024): 1227– 1239.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2021. In: Suicide. World Health Organization. Disponível em: https://www.who.int/news-room/factsheets/detail/suicide. Acesso em: 16 jul. 2022.

m: 16 jul. 2022.