Resumen
Objetivo: Evaluar cambios clínicos y de laboratorio asociados con la muerte en pacientes neonatales que utilizan vancomicina. Métodos: Se trata de una investigación de cohorte retrospectiva, que involucra el análisis del monitoreo de vancomicina sérica en 57 pacientes neonatales ingresados en una maternidad de referencia en el estado de Ceará, de enero a julio de 2021. Se recogieron datos relacionados con los parámetros de exámenes clínicos, pruebas de laboratorio y pacientes. resultados de muerte. Los datos se obtuvieron de historias clínicas físicas y electrónicas. Resultados: Del total de 57 recién nacidos (RN), 32 (56%) fueron del sexo femenino y 25 (44%) del sexo masculino. En cuanto al resultado clínico, se observó que el 33% de los recién nacidos fallecieron. Los pacientes con niveles de vancoquinemia por encima de la ventana terapéutica mostraron niveles elevados de creatinina sérica(p=0,0152). Se observó una correlación significativa de fuerza moderada entre las concentraciones séricas de creatinina y vancomicina (r=0,5822;p = 0,0007). Aún en este sentido, lacurva ROC mostró que el análisis de la creatinina sérica ayuda a predecir niveles alterados de vankoquinemia(AUC=0,7813;p<0,05). Conclusión: Se concluye que el análisis reveló que los cambios en los niveles de creatinina, asociados ono con vancoquinemia elevada, fueron predictores de muerte en los pacientes estudiados.
Referencias
ÁLVAREZ R, et al. Otimizando o uso clínico da vancomicina. Agentes antimicrobianos e quimioterapia, 2016; 60(5): 2601-2609.
ÁVILA TM e ALVIM HGO. Sepse em unidade de tratamento intensivo (uti): atuação do farmacêutico clinico. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2021; 4(9): 197-207.
BARBOSA JS, et al. Biomarcadores não tradicionais de lesão renal aguda em recém-nascidos prematuros com sepse: diagnóstico precoce. Brazilian Journal of Nephrology, 2021; 44: 97-108.
BRASIL. Ministério da Educação. Protocolos Clínicos. Sistema de Gestão da Qualidade. Assistência Nutricionalem Neonatologia. Fortaleza,2018.Disponívelem: https ://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/acesso-a-informacao/protocolos-e-pops/protocolos-meac/maternida de-escola-assis-chateaubriand/nutricao/pro-ntr-005-assistencia-nutricional-em-neonatologia-03-09-2018.
pdf/view. Acessadoem: 15 de outubro de 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção à saúde do recém-nascido: Guia para os profissionais de Saúde. Brasília, 2014; 2(1): 1-167. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_saude _recem_nascido_ v2.pdf. Acessado em: 16 de maio de 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Protocolos Clínicos. Sistema de Gestão da Qualidade. Uso e Manejo da Vancocinemia em Neonatos.Fortaleza, 2022. Disponível em: https ://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/acesso-a-informacao/protocolos-e-pops/protocolos-me ac/maternida de-escola-assis-chateaubriand/servico-de-controle-de-infeccao-hospitalar/uso-e-manejo-da-vancomicina-em-neonatos-pro-med-scih-011.pdf/view. Acessado em: 15 de outubro de 2023.
CARVALHO MLC, et al. Infecções hospitalares em unidade de terapia intensiva neonatal. Revista Interdisciplinar, 2015; 7(4): 189-198.
CONCEIÇÃO HN, et al. Sepse Neonatal: Desafios no Diagnóstico e Tratamento. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2024; 6(2): 1243-1251.
CUSTÓDIOLS, et al. Monitoramento da vancocinemia em recém-nascidos: experiência em uma maternidade de referência terciária. Revista de Medicina UFC, 2022; 62(1): 1-5.
FREIREKMS, et al. Lesão renal aguda em crianças: incidência e fatores prognóstico sem pacientes gravemente enfermos. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2010; 22: 166-174.
GAIVA MAM, et al. Mortalidade neonatal em crianças com baixo peso ao nascer. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2014; 48: 778-786.
GOELZER GK, et al. Monitorização terapêutica de fármacos: alternativa para implementação hospitalar na monitorização de vancomicina, 2016.
GUPTA A, et al. Nefrotoxicidade da vancomicina: mitos e fatos. Neth J Med, 2011; 9: 379-383.
LIMARQ e NUNES CP. Lesão renal aguda pós uso de antibióticos. Revista da Faculdade de Medicina de Teresópolis, 2018; 2(1): 172-185.
MEDEIROS FVA, et al. A correlação entre procedimentos assistenciais invasivos e a ocorrênciade sepse neonatal. Acta Paulista de Enfermagem, 2016; 29(1): 573-578.
MEIRELES LA, e tal. Avaliação do diagnóstico da sepse neonatal: uso de parâmetros laboratoriais e clínicos como fatores diagnósticos. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2011; 45: 33-39.
MOURAMM, et al. Perfil microbiológico e sensibilidade antimicrobiana em recém-nascidos com sepse tardia por staphylococcus coagulase negativo. Revista Enfermagem Atual In Derme, 2023; 97(4).
PEDRAZA DF, et al. Avaliação do crescimento fetal de crianças por meio da razão peso/perímetro cefálico. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27: 1629-1640.
PERES LAB, et al. Preditores de injúria renal aguda e de mortalidade em uma Unidade de Terapia Intensiva. Brazilian Journal of Nephrology, 2015; 37: 38-46.
PROCIANOYRS e SILVEIRARC. Os desafios no manejo da sepse neonatal. Jornal de Pediatria, 2020; 96: 80-86.
QUEIROZ MN, et al. Idade gestacional, índice de Apgar e peso ao nascer no desfecho de recém- nascidos prematuros. Comunicação em Ciências da Saúde, 2018; 29(4).
ROMANELLI RMC, et al. Empirical antimicrobial therapy for late - on set sepsis in a neo natal unit with high prevalence of coagulase-negative Staphylococcus. Jornal De Pediatria, 2016; 92(5): 472-478.
SANTOS PCD e MARTINS MJL. Infecções relacionadas à assistência à saúde na UTIneonatal:uma revisão integrativa. Revista H-TEC Humanidades & Tecnologia, 2019; 3(2): 164-191.
SILVEIRARCS e PROCIANOYRS. Uma revisão atual sobre sepse neonatal. Boletim Científico de Pediatria, 2012; 1(1).
SOARESES e MENEZES GMS. Fatores associados à mortalidade neonatal precoce: análise de situação no nível local, 2010.
SOUZAL G, et al. Farmácia clínica evancocinemia: da monitorização terapêutica à mudançade conduta nas unidadesde internação. Revista Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde, 2021; 12(4): 697.
WILCOX M, et al. Reporting elevated vancomycin minimum inhibitory concentration in methicillin- resistant Staphylococcus aureus: consensus by an International Working Group. Future microbiology. London, Mar, 2019; 14(4): 345-352.
WONG G, et al. How do we use therapeutic drug monitoring to improve outcomes from severe infections in critically ill patients? BMC infectious diseases, 2014; 14(1): 1-11.
ZAMONER W, et al. Vancomycin dosing, monitoring and toxicity: Critical review of the clinical practice. Clinical andExperimental Pharmacology and Physiology, 2019; 46(4): 292-301.
ZAVARIZS MR, e tal.Marcadores laboratoriais do choque séptico. Scientia Médica, 2006.
