Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil clínico-epidemiológico de pacientes con Enfermedad de Chagas crónica atendidos en un centro de referencia del Oeste de Bahía
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Enfermedad de Chagas
Perfil de salud
Comorbilidad

Cómo citar

Perfil clínico-epidemiológico de pacientes con Enfermedad de Chagas crónica atendidos en un centro de referencia del Oeste de Bahía. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e20051. https://doi.org/10.25248/reas.e20051.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Caracterizar el perfil clínico-epidemiológico de los pacientes con enfermedad de Chagas crónica atendidos en un centro de referencia del Oeste de Bahía.  Métodos: Se realizó un estudio descriptivo transversal, utilizando datos extraídos de las historias clínicas de pacientes con enfermedad de Chagas crónica atendidos en el Centro Municipal de Salud Leonídia Ayres de Almeida, en Barreiras - Bahía, entre 2020 y 2021. Los datos fueron tratados mediante estadística descriptiva. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación. Resultados: En las 324 historias clínicas analizadas predominaron los pacientes del sexo femenino (66,4%), con edades entre 50 y 60 años (68,2%), originarios de Barreiras - Bahía (58,3%), sin signos y/o síntomas de la enfermedad (54,9%), que presentaban al menos una comorbilidad (74,1%), con especial énfasis en hipertensión arterial sistémica y diabetes mellitus. Conclusión: Los resultados encontrados permitieron caracterizar aspectos clínicos y epidemiológicos de los pacientes con enfermedad de Chagas crónica en el Oeste de Bahía, que son poco conocidos y podrían contribuir para la visibilización de esta población, así como para la implementación de estrategias de combate a la enfermedad.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim epidemiológico. Análise descritiva: um ano de implementação da notificação de doença de Chagas crônica no Brasil. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/ep idemiologicos/edico es/2024/boletim-epidemiologico-volume-55-no-08.pdf/view. Acessado em: 2 de fevereiro de 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Vetorial. Guia para notificação de doença de Chagas Crônica 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/s vsa/doenca-de-chagas/guia-para-notificacao-de-doenca-de-chagas-cronicas-dcc/@@download/file. Acessado em: 2 de fevereiro de 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Territorialização e vulnerabilidade para doença de Chagas crônica. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2022/boletim-especial-de-doenca-de-chagas-numero-especial-abril-de-2022/view. Acessado em: 2 de fevereiro de 2025.

BRASILEIRO AO et al. Perfil Epidemiológico da Doença de Chagas na Bahia. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2021; 7(10): 3096–3110.

BRITO BOF, et al. The evolution of electrocardiographic abnormalities in the elderly with Chagas disease during 14 years of follow-up: The Bambui Cohort Study of Aging. PLoS Negl Trop Dis. 2023; 17(6): 11419.

FEIO CMA, et al. Dislipidemia e hipertensão arterial. Uma relação nefasta. Rev Soc Bras Cardiol. 2020; 27(2): 64-7.

GUARIENTO ME, et al. Interação clínica entre moléstia de Chagas e hipertensão arterial primária em um serviço de referência ambulatorial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 1998; 70(6): 431–434.

HADDAD N. Metodologia de estudos em ciências da saúde. São Paulo: Roca, 2004; 286.

HASSLOCHER-MORENO AM, et al. Temporal changes in the clinical-epidemiological profile of patients with Chagas disease at a referral center in Brazil. Rev Soc Bras Med Trop. 2021; 54: 40–2021.

HOCHMAN, B. et al. Desenhos de pesquisa. Acta Cirúrgica Brasileira. 2005; 20: 2–9.

LIDANI KCF, et al. Clinical and epidemiological aspects of chronic Chagas disease from Southern Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2020; 53: 20200225.

MEDEIROS CA, et al. Mapping the morbidity and mortality of Chagas disease in an endemic area in Brazil. Rev Inst Med trop S Paulo. 2022; 64: 5.

MENDONÇA RM, et al. Doença de Chagas: serviço de referência e epidemiologia. Revista Brasileira em Promoção da Saúde. 2020; 33.

OLIVEIRA JUNIOR LR. et al. Cardiovascular comorbidities in patients with chronic Chagas disease. AME Medical Journal. 2018; 3.

OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. 2023. In: Menos de 10% das pessoas com Chagas recebem um diagnóstico. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/13-4-2023-menos-10-das-pessoas-com-chagas-recebem-u m-diagnostico. Acessado em: 2 fev. 2025.

PAVAN TBS, et al. Seroepidemiology of Chagas disease in at-risk individuals in Caraíbas, a city with high endemicity in Bahia State, Brazil. Front Public Health. 2023; 11: 1196403.

PEVERENGO L, et al. Influencia de la dislipidemia aterogénica en la gravedad de la miocardiopatía chagásica crónica. Rev Assoc Med Bras. 2016; 62(1): 45–7.

PRADO CM, et al. The Vasculature in Chagas Disease. Adv Parasitol. 2011; 76: 83-99.

RESENDE BAM, et al. Chagas disease is not associated with diabetes, metabolic syndrome, insulin resistance and beta cell dysfunction at baseline of Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil). Parasitol Int. 2021; 85: 102440.

RIBEIRO ALP e ROCHA MOC. Forma indeterminada da doença de Chagas: considerações acerca do diagnóstico e do prognóstico. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 1998; 31(3): 301-314.

ROCHA MIF, et al. Mortalidade por doenças tropicais negligenciadas no Brasil no século XXI: análise de tendências espaciais e temporais e fatores associados. Rev Panam Salud Publica. 2023; 47: 1-10.

RODRIGUES PCN, et al. Perfil das comorbidades dos pacientes de insuficiência cardíaca de etiologia chagásica em um serviço de referência do estado de Pernambuco. Revista Eletrônica Estácio Recife. 2020; 6(1): 1-8.

SESAB. SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DA BAHIA. Plano Estadual de Saúde 2020-2023. Revista Baiana de Saúde Pública. 2020; 44(1): 1-84.

SILVA GG, et al. Perfil epidemiológico da Doença de Chagas aguda no Pará entre 2010 e 2017. Pará Research Medical Journal. 2020; 4(29): 1-6.

SOUSA OMF, et al. Triatomíneos da Bahia: manual de identificação e orientações para o serviço. Salvador: Oxente, 2020; 208.

ZANELLA LGFAB, et al. Clinical and epidemiological profile of patients in the chronic phase of Chagas disease treated at a reference center in Southeastern Brazil. Revista de la Facultad de Medicina. 2020; 68(3): 391-398.