Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Sobrepeso y obesidad en una comunidad quilombola de una región del noreste de Brasil
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Sobrepeso
Obesidad
Grupo con ancestros del continente africano

Cómo citar

Sobrepeso y obesidad en una comunidad quilombola de una región del noreste de Brasil. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(5), e20174. https://doi.org/10.25248/reas.e20174.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar la prevalencia y los factores asociados al sobrepeso y la obesidad entre los quilombolas de una región del nordeste de Brasil. Métodos: Estudio transversal, con abordaje cuantitativo, utilizando datos secundarios de una comunidad quilombola de Maranhão. Fueron testadas variaciones sociodemográficas, hábitos de vida y condiciones de salud, con asociación estadística por regresión logística. Resultados: Entre los 180 participantes, la prevalencia de sobrepeso fue del 42,4% y de obesidad abdominal del 56,5%. Entre los factores asociados con el aumento del índice de masa corporal figuraban los hábitos alimentarios inadecuados, como el consumo de legumbres (OR=3,58), y las características sociodemográficas, como la edad superior a 40 años (OR=2,14). Los hombres presentaban un riesgo menor tanto de sobrepeso como de obesidad abdominal. El uso combinado de múltiples indicadores antropométricos proporcionó información complementaria valiosa para identificar grupos de riesgo en la población quilombola. Conclusión: Las altas tasas de sobrepeso y obesidad ponen de relieve la necesidad de intervenciones de salud pública fuera de las comunidades quilombolas. Las estrategias deben priorizar la educación nutricional y el acceso a los servicios de salud. Las limitaciones del estudio incluyen el uso de datos secundarios y la imposibilidad de generalización.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA O ESTUDO DA OBESIDADE E DA SÍNDROME METABÓLICA. Mapa da obesidade [mapa]. São Paulo: ABESO, 2020. Disponível em: https://abeso.org.br/obesidade-e-sindrome-metabolica/mapa-da-obesidade/. Acessado em: 10 de setembro de 2022.

BRASIL. Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2003/d4887.htm. Acessado em: 21 dezembro de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Vigitel Brasil 2020: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/. Acessado em: 21 dezembro de 2022.

CANUTO R, et al. Iniquidades sociais no consumo alimentar no Brasil: uma revisão crítica dos inquéritos nacionais. Ciência & Saúde Coletiva, 2019;24(9):3193-3212.

CORREIA IB, et al. Fatores relacionados à qualidade de vida de idosos de uma comunidade quilombola da Paraíba. Revista Brasileira de Estudos de População, 2022;39:1-26: e0198.

CORRÊA NAF, SILVA HP. Comida de quilombo e a desnutrição infantil na Amazônia Paraense: uma análise com base no mapeamento da insegurança alimentar e nutricional. Segurança Alimentar e Nutricional, 2022;29:1-16.

CRUZ EPR, et al. Obesidade na atualidade: abordagem das principais consequências a longo prazo. Brazilian Journal of Health Review, 2023;6(2):5407-5416.

ISTILLI PT, et al. Avaliação da mortalidade prematura por doença crônica não transmissível. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020;73(2):1-6.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Quilombolas no Brasil, 2019. Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-especiais/21311-quilombolas-no-brasil.html. Acessado em: 21 dezembro de 2022.

LEITE MA, et al. Is neighbourhood social deprivation in a Brazilian city associated with the availability, variety, quality and price of food in supermarkets? Public Health Nutrition, 2019;22(18):3395-3404.

MASCARENHAS CAS. Reflexões sobre território e educação quilombola: tensões e resistências. Revista Cerrados, 2017 jul/dez;15(2):220-45.

MUSSI RFF, PETRÓSKI EL. Síndrome metabólica e fatores associados em quilombolas baianos, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2019;24(7):2481-90.

MOURA RF, et al. Fatores associados às desigualdades das condições sociais na saúde de idosos brancos, pardos e pretos na cidade de São Paulo, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2023;28(3):897-907.

NEVES FJ, et al. Estado nutricional e fatores associados ao déficit estatural em crianças menores de cinco anos de comunidades remanescentes de quilombos do Nordeste brasileiro. Cadernos de Saúde Pública, 2021;37(7):1-15.

PAN AMERICAN HEALTH ORGANIZATION (PAHO). Overweight and obesity. Washington, DC: PAHO, 2021. Disponível em: https://www.paho.org/en/noncommunicable-diseases-and-mental-health/noncommunicable-diseases-and-mental-health-data-33. Acessado em: 2 de julho de 2022.

SOARES DA, BARRETO SM. Sobrepeso e obesidade abdominal em adultos quilombolas, Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2014 fev;30(2):341-54.

SANTOS AG, et al. Fatores associados à obesidade em adultos quilombolas baianos. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, 2020 mar/abr;14(85):230-40.

SILVA TC, et al. Risco nutricional e cardiovascular em idosos quilombolas. Ciência & Saúde Coletiva, 2022;27(1):219-30.

SANTOS ENA, et al. Quality of life of women from a quilombola community in northeastern Brazil. Brazilian Journal of Biology, 2024;84:e246463.

TURUCHIMA MT, et al. Associação entre indicadores antropométricos (IMC e CC) em relação ao risco para doenças cardiovasculares. Saúde e Pesquisa, 2015;8(esp):55-63.

TONACO LAB, et al. Vulnerabilidade social se associa com o diagnóstico autorreferido de diabetes tipo II: uma análise multinível. Cadernos de Saúde Pública, 2021;37(Supl 1):e210010.

TORRES RC, et al. Modelo matemático para prever probabilidade de quilombolas desenvolverem síndrome metabólica com fluxograma de atendimento de saúde. Scientia Plena, 2023;19(8):1-14.

WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). Noncommunicable Diseases Progress Monitor 2022. Geneva: WHO, 2022. 234 p. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240047761. Acessado em: 21 de dezembro de 2022.