Resumen
Objetivo: Describir el perfil epidemiológico de los participantes del programa de cesación tabáquica y establecer una relación entre las características sociodemográficas y el historial de tabaquismo con el éxito en la interrupción del hábito de fumar. Métodos: Es un estudio transversal descriptivo, que analizó personas que participaron al menos una vez en el programa de cesación tabáquica del HU-UFMA, entre los años 2023 y 2024. Resultados: Cumplier on los criterios de inclusión y fueron analizados 28 participantes. Los resultados revelaron que la mayoría eran mujeres (57,1%), edad promedio de 61,9 años, pertenecientes a la clase socioeconómica C (64,3%), con enseñanza media completa (39,3%), estado civil era mayoría casado (50%), carga tabáquica promedio de 38,2 paquetes/año y dependencia moderada a la nicotina (29,6%). La preocupación por la salud (89,3%) fue la motivación principal. La mayoría hizo uso de algún tratamiento medicamentoso (85,7%) y durante el período de estudio, el 53,6% dejó de fumar. Conclusión: El presente trabajo contribuyó al conocimiento del perfil de los participantes del programa y evidenció la diversidad de factores que influyen en el proceso de cesación del uso de tabaco.
Referencias
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Tabagismo.2020. Disponível em: https ://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2020/relatrio_pcdt_tabagismo_520_2020_final.pdf. Acessado em: 20 de novembro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Vigitel Brasil 2006-2023: tabagismo e consume abusivo de álcool. 2023. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/vigitel/vigitel-brasil-2006-2023-tabagismo-e-consumo-abusivo-de-alcool. Acessadoem: 02 de dezembro de 2024.
CREAMER MR, et al. Use and Cessation Indicators Among Adults — United States, 2018. Morbidity And Mortality Weekly Report, 2019; 68(45): 1013-1019.
DUARTE R, et al. Tuberculosis, social determinants and co-morbidities (including HIV). Pulmonology, 2018; 24(2): 115-119.
GARCIA BFS, et al. Formas Alternativas de Consumo de Tabaco e suaRelação com Saúde Bucal. Archives Of Health Investigation, 2022; 11(4): 559-565.
GIOVANNONI ML, et al. Betel and tobacco chewing habit and its relation to risk factors for periodontal disease. Oral Diseases, 2018; 24(5): 829-839.
GOLD. GLOBAL INITIATIVE FOR CHRONIC OBSTRUCTIVE LUNG DISEASE. Global strategy for the diagnosis, management, and prevention of chronic obstructive pulmonary disease. 2024. Disponível em: file :///C:/Users/Marquilene%20Moreira/Downloads/GOLD-2024_v1.2-11Jan24_WMV.pdf. Acessado em: 20 de novembro de 2024.
IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Panorama do Censo 2022.2023. Disponívelem: https ://censo2022.ibge.gov.br/panorama/. Acessado em: 02/02/2025.
IBGE. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Panorama do Censo 2022: Maranhão. 2023. Disponível em: https ://cidades.ibge.gov.br/brasil/ma/panorama. Acessado em: 02/02/2025.
INCA. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Prevalência do tabagismo. 2023. Disponívelem: https ://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/observatorio-da-politica-nacional-de-controle-do-tabaco/dados-e-numeros-do-tabagismo/prevalencia-do-tabagismo. Acessado em: 02 de dezembro de 2024.
INCA. INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER. Tratamento do tabagismo. 2024. Disponível em: https ://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/programa-nacional-de-controle-do-tabagismo/tratamento. Acessado em: 02 de dezembro de 2024.
KANTAR PUBLIC. Attitudes of Europeans towards Tobacco and Related Products: Fieldwork: May - June 2023. 2023. Disponível em: https ://europa.eu/eurobarometer/surveys/detail/2995. Acessado em: 03 de fevereiro de 2025.
KRINSKI BM, et al. Grupo de cessação de tabagismo na atenção primária à saúde: experiência de uma unidade de saúde de Porto Alegre/RS. Revista de APS, 2018; 21(1): 66-76.
LOPES FM, et al. Efeito do Programa de Cessação do Tabagismo: uma revisão dessa política pública para dependência tabágica. Estudos de Psicologia, 2023; 40: 1-15.
MAHAPATRA S, et al. Influence of tobacco chewing on oral health: a hospital-based cross-sectional study in Odisha. Indian Journal of Public Health, 2018; 62(4): 282-286.
MALTA DC, et al. Fatoresassociadosaoaumento do consumo de cigarros durante a pandemia da COVID-19 na população brasileira. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37(3): 1-10.
MENDES ACR, et al. Costs of the Smoking Cessation Program in Brazil. Revista de Saúde Pública, 2016; 50: 1-12.
PATEL JH, et al. Chronic airflow obstruction attributable to poverty in the multinational Burden of Obstructive Lung Disease (BOLD) study. Thorax, 2023; 78(9): 942-945.
PAWLINA MMC, et al. Ansiedade e baixo nível motivacional associados ao fracasso na cessação do tabagismo. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 2014; 63(2): 113-120.
PAWLINA MMC, et al. Depression, anxiety, stress, and motivation over the course of smoking cessation treatment. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2015; 41(5): 433-439.
PEÑA P, et al. Resultados de un programa multidisciplinario para el control del hábito tabáquico. Revista Médica de Chile, 2013; 141(3): 345-352.
PINTO MT, et al. Estimativa da carga do tabagismo no Brasil: mortalidade, morbidade e custos. Cadernos de Saúde Pública, 2015; 31(6): 1283-1297.
REICHERT J, et al. Diretrizes para cessação do tabagismo. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2008; 34(10): 845–80.
RIBEIRO DBC. Avaliação do Programa Nacional de Controle do Tabagismo em São Luís. 2018. Dissertação (Mestrado em Educação Para a Saúde) - Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra e Escola Superior de Educação de Coimbra, Coimbra, 2018; 54.
ROCHA BV, et al. Abandono do tratamento e cessação do tabagismo: análise dos dados de um programa de controle. Revista de Enfermagem da Ufsm, 2021; 11: 1-18.
SALES MP, et al. Ambulatório de apoio ao tabagista no Ceará: perfil dos pacientes e fatores associados ao sucesso terapêutico. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2006; 32(5): 410-417.
SALES MPU e PEREIRA, LFF. Tratamento para cessação de tabagismo. In: GOGOY, I. de et al. Práticaspneumológicas. Rio de Janeiro: Dilivros, 2023; 75: 1007-1021.
SATTLER AC e CADE NV. Prevalência da abstinência ao tabaco de pacientes tratados em unidades de saúde e fatores relacionados. Ciência&Saúde Coletiva, 2013; 18(1): 253-264.
SILVA GA, et al. Tabagismo e escolaridade no Brasil, 2006. Revista Saúde Pública, 2009; 2(43): 48-56.
SILVA LCC, et al. Smoking control: challenges and achievements. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2016; 42(4): 290-298.
SILVA ST, et al. Combate ao Tabagismo no Brasil: a importância estratégica das ações governamentais. Ciência& Saúde Coletiva, 2014; 19(2): 539-552.
SILVEIRA PM, et al. Smoking among industrial workers in Brazil: association with sociodemographic factors, alcohol consumption, and stress levels. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2020; 46(1): 1-8.
SINHA D, et al. Prevalence of Smokeless Tobacco Use and Number of Users in 121 Countries. British Journal Of Medicine And Medical Research, 2015; 9(6): 1-20.
TEJADA CAO, et al Factors associated with smoking cessation in Brazil. Cadernos de Saúde Pública, 2013; 29(8): 1555-1564.
WENDT A, et al. Análise temporal da desigualdade em escolaridade no tabagismo e consume abusivo de álcool nas capitais brasileiras. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37(4): 1-14.
WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Clinical treatment guideline for tobacco cessation in adults. 2024. Disponível em: https ://iris.who.int/bitstream/handle/10665/377825/9789240096431-eng.pdf? sequence=4&isA llowed=y . Acessadoem: 02 de dezembro de 2024.
WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Global Report on Trends in Prevalence of Tobacco Smoking 2000–2025. 2. ed. 2018. Disponível em: https ://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/272694/ 9789241514170-eng.pdf?ua=1. Acessadoem: 20 de novembro de 2024.
XAVIER MO, et al. Epidemiology of smoking in the rural area of a medium-sized city in Southern Brazil. Revista de Saúde Pública, 2018; 52: 1-12.
