Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil epidemiológico de casos de tuberculosis en la región de Carajás del 2019 al 2023
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Tuberculosis
Salud pública
Epidemiología
Bacilo de Koch

Cómo citar

Perfil epidemiológico de casos de tuberculosis en la región de Carajás del 2019 al 2023. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(5), e20257. https://doi.org/10.25248/reas.e20257.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir el perfil epidemiológico y socioeconómico asociado a la población afectada por tuberculosis en los años 2019 al 2023, en la región de Carajás. Métodos: Se trata de un estudio retrospectivo, transversal, con análisis temporal de datos secundarios, extraídos del Sistema de Información y Notificación de Enfermedades (Sinan), de casos de tuberculosis notificados en la región de Carajás, en el estado de Pará, en el período de 2019 a 2023. Se utilizaron variables que contribuyeron a la construcción del perfil deseado, como sexo, edad, raza, escolaridad, tipo de ingreso, forma de tuberculosis, serología VIH y baciloscopia de esputo, la información recolectada fue tabulada en hojas de cálculo Microsoft Excel (2019) y posteriormente analizada mediante el programa estadístico BioEstat, versión 5.0. Resultados: Hubo un aumento creciente en el número de casos, con predominio del sexo masculino, prevalencia de edades entre 20 y 39 años, con predominio de población mestiza y de bajo nivel educativo. Además de la prevalencia de la forma pulmonar de la enfermedad y el resultado en curación. Conclusión: Los datos analizados son similares a los encontrados en la literatura nacional. Sin embargo, como limitación para un análisis más preciso del perfil epidemiológico, se destaca el subregistro en el período analizado.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BARRETO ML. Glórias e percalços na história do conhecimento e do controle das doenças infecciosas: urge redirecionar o futuro. Ciência & Saúde Coletiva. 2022; 27(3): 822–2.

BLOSS E, et al. Tuberculosis in Indigenous Peoples in the U.S., 2003–2008. Public Health Reports, 2011; 126(5): 677–689.

BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de Tuberculose. Brasília, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2021/boletim-tuberculose-2021_24.03/view. Acessado em: 26 de julho de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 7ª ed. Brasília, 2009. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febre-tifoide/publicacoes/guia-de-vigilancia-epidemiologica-7a-edicao/view. Acessado em: 26 de julho de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Indicadores prioritários para o monitoramento do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública no Brasil. Brasília, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/brasil_livre_tuberculose_plano_nacional.pdf . Acessado em: 26 de julho de 2023.

CHAIMOWICZ F. Age transition of tuberculosis incidence and mortality in Brazil. Revista de Saúde Pública, 2001; 35(1): 81–87.

COÊLHO DMM, et al. Perfil epidemiológico da tuberculose no Município de Teresina-PI, no período de 1999 a 2005. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2010; 19(1): 33–42.

CORTEZ AO, et al. Tuberculosis in Brazil: one country, multiple realities. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2021; 47(2): 1-11.

COSTA WTA, et al. HISTÓRIA DA EPIDEMIOLOGIA. Epidemiologia: Saúde e Pesquisa - Volume 1. São Luís: Editora Pascal, 2024; 10–14p.

DANIEL TM. The history of tuberculosis. Respiratory Medicine. 2006; 100(11): 1862–70.

FAPESPA – Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas. Região de integração do estado do Pará. 2022. Disponível em: https://fapespa.pa.gov.br/sistemas/radar2022/portfolio.html. Acessado em: 26 de julho de 2023.

FERNANDES TS, et al. Estigma e preconceito na atualidade: vivência dos portadores de tuberculose em oficinas de terapia ocupacional. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2020; 30(1): 1-22.

FILHO AXC, SILVA JP. Tuberculose em Minas Gerais e determinantes sociais. Revista Atenas Higeia, 2019; 1(2): 24–27.

FILHO, GB. Bogliolo Patologia. 9ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016; 1556p.

FONTES GJF, et al. Perfil epidemiológico da tuberculose no Brasil no período de 2012 a 2016. Revista Brasileira de Educação e Saúde, 2019; 9(1): 19–26.

GASPAR RS, et al. Temporal analysis of reported cases of tuberculosis and of tuberculosis-HIV co-infection in Brazil between 2002 and 2012. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2016; 42(6): 416–422.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Brasileiro de 2022. Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/22827-censo-demografico-2022.html Acessado em: 26 de julho de 2023.

JAMAL LF, MOHERDAUI F. Tuberculose e infecção pelo HIV no Brasil: magnitude do problema e estratégias para o controle. Revista de Saúde Pública, 2007; 41(supl 1): 104–110.

MALACARNE J, et al. Performance of diagnostic tests for pulmonary tuberculosis in indigenous populations in Brazil: the contribution of Rapid Molecular Testing. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019; 45(2): 1-7.

MASCARENHAS MDM, ARAÚJO LM, GOMES KRO. Perfil epidemiológico da tuberculose entre casos notificados no Município de Piripiri, Estado do Piauí, Brasil. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2005; 14(1): 7-14.

NOGUEIRA PA, ABRAHÃO RMC, MALUCELLI MIC. Baciloscopia de escarro em pacientes internados nos hospitais de tuberculose do Estado de São Paulo. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2004; 7(1): 54–63.

OMS. Nota informativa da Organização Mundial da Saúde (OMS): tuberculose e COVID-19. Genebra, 2020. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/who-consolidated-guidelines-on-tuberculosis-module-1-prevention-tuberculosis-preventive-treatment. Acessado em: 26 de julho de 2023.

PEREIRA ALRR, et al. A produção socioambiental da malária em três municípios da região de Carajás, Pará, Brasil. Revista de Saúde Pública, 2021; 55.

ROBERTUS LM, et al. Tuberculosis in the Australian Indigenous population: history, current situation and future challenges. Australian and New Zealand Journal of Public Health, 2011; 35(1): 6–9.

RODRIGUES MW, MELLO AGNC. Tuberculose e escolaridade: uma revisão da literatura. Revista Internacional de Apoyo a la Inclusión, Logopedia, Sociedad y Multiculturalidad, 2018; 4(2).

ROSSETTI MLR, et al. Tuberculose resistente: revisão molecular. Revista de Saúde Pública, 2002; 36(4): 525–532.

SANTOS BO, et al. Análise espaço-temporal da incidência de tuberculose na atenção primária. Pará Research Medicine Journal, 2017; 1(2): 1-6.

SCHNEIDER E. Tuberculosis among American Indians and Alaska Natives in the United States, 1993–2002. American Journal of Public Health, 2005; 95(5): 873–880.

SESPA. Boletim epidemiológico da tuberculose. Pará, 2021. Disponível em: http://www.saude.pa.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/BOLETIM-EPIDEMIOLOGICO-DA-TUBERCULOSE-1.pdf. Acessado em: 26 de julho de 2023.

SILVA DR, et al. Consenso sobre o diagnóstico da tuberculose da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2021; 47(2): 1-13.

SILVA TC, et al. Fatores associados ao retratamento da tuberculose nos municípios prioritários do Maranhão, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2017; 22(12): 4095–4104.

SOUSA GJB, et al. Prevalência e fatores associados ao abandono do tratamento da tuberculose. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2021; 55: 1-9.

XAVIER MIM, BARRETO ML. Tuberculose na cidade de Salvador, Bahia, Brasil: o perfil na década de 1990. Cadernos de Saúde Pública, 2007; 23(2): 445–453.