Resumen
Objetivo: Describir la prevalencia del Trastorno de Estrés Postraumático (TEPT) en refugiados, factores de riesgo, barreras para acceder a servicios de salud mental, así como limitaciones de los criterios de diagnóstico tradicionales y alternativas de afrontamiento. Revisión de la literatura: El trastorno de estrés postraumático es una condición común entre los refugiados, influenciada por la exposición a traumas durante el proceso migratorio, como la violencia, las pérdidas familiares y culturales y la adaptación a nuevos entornos socioculturales. Los estudios indicar que factores como el tiempo de exposición al trauma, la edad, el género y el apoyo social influyen en la prevalencia y gravedad del trastorno de estrés postraumático en esta población. Persisten desafíos en la reintegración, incluidas las barreras lingüísticas, la discriminación y el estigma social, que pueden afectar negativamente el acceso al tratamiento y la calidad de vida de los refugiados con trastorno de estrés postraumático. Consideraciones finales: La implementación de políticas públicas culturalmente sensibles y basadas en evidencia es esencial para mitigar los impactos del PTSD y promover la inclusión y el bienestar de los refugiados en Brasil.
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