Resumen
Objetivo: Analizar la mortalidad y el uso de anticoagulantes en pacientes de la UCI de un hospital público del Distrito Federal. Métodos: Estudio observacional, retrospectivo y transversal con pacientes mayores de 18 años hospitalizados entre julio de 2021 y junio de 2023. Se recolectaron datos sobre el uso de anticoagulantes, eventos trombóticos o hemorrágicos y desenlaces clínicos. Resultados: Se evaluaron 168 pacientes, con una mortalidad del 51,7% (87). Las principales causas de ingreso fueron enfermedades infecciosas (24,4%) y postoperatorios (31,0%). El 92,9% presentó un puntaje de Padua elevado y el 73,8% recibió anticoagulantes, siendo la enoxaparina la más utilizada. La heparina no fraccionada se asoció con mayor mortalidad. Sexo (p=0,770) y edad (p=0,210) no se relacionaron con mortalidad, pero sí lo hicieron la baja filtración glomerular (p<0,001), la obesidad (p<0,009) y la trombocitopenia (p<0,001). Conclusión: La alta mortalidad puede estar vinculada a la gravedad clínica y a comorbilidades como insuficiencia renal, sepsis y edad avanzada. El uso frecuente de tromboprofilaxis muestra la confianza del equipo en esta estrategia farmacológica.
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