Resumen
Objetivo: Evaluar la presencia de parásitos en muestras de culantro del Pará (Eryngium foetidum L.) adquiridas en mercados al aire libre en Ananindeua, PA. Métodos: Estudio descriptivo transversal realizado entre septiembre y octubre de 2024, con muestras recolectadas en diez mercados de Ananindeua, seleccionados al azar. Para el análisis parasitológico, se aplicaron las técnicas de sedimentación espontánea (Hoffman) y flotación en solución saturada de cloruro de sodio (Willis), ambas adaptadas. Cada muestra fue procesada en laboratorio para la detección e identificación de huevos, quistes y larvas de helmintos y protozoarios, utilizando microscopía óptica. Resultados: Del total de muestras analizadas, el 92% presentó contaminación por parásitos. Las especies más encontradas fueron Ancylostomidae, Balantidium coli y Strongyloides stercoralis. Estos hallazgos evidencian un alto riesgo de contaminación en alimentos consumidos "in natura", destacando la vulnerabilidad de los consumidores. Conclusión: Este estudio refuerza la necesidad de políticas públicas centradas en estándares sanitarios y concienciación para reducir los riesgos de enteroparasitosis en la población.
Referencias
ALMEIDACP, et al. As (Las) parasitoses intestinais por prevalência de geohelmintos representam sérios problemas de saúde pública. Salud(i)cienc (impresa), 2017; 22: 318-323.
BARBOSA IA, PAVANELLI MF. Alta prevalência de Balantidium coli em crianças de uma escola municipal de Moreira Sales - PR. Rev. Arq. Cienc. Saúde UNIPAR, 2019; 23(1): 43-44.
BARBOSAJA, et al. Análise do perfil socioeconômico e da prevalência de enteroparasitoses em crianças com idade escolar em um município de Minas Gerais. HU Revista, 2017; 43(3): 391-397.
BRASIL. Ministério da Saúde. Parasitoses intestinais e seu impacto na sociedade. Biblioteca Virtual da Saúde 2024.
BRASIL. RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Estabelece procedimentos de boas práticas para serviço de alimentação, garantindo as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. Diário Oficial da União: seção 1 Brasília, DF, 17 set. 2004.
BARNABÉ AS, et al. Análisis comparativo de los métodos para la detección de parásitos en las hortalizas para el consumo humano. Ver. Ubana Med. Trop, 2010; 62(1): 21.
BETHONYJ, et al. Soil-transmitted helminth infections: ascariasis, trichuriasis, and hookwom. The Lancet, 2006; 367(9521): 1521-32.
BEKELE F,et al., 2017.. Parasitic contamination of raw vegetables and fruitscollected from selected local markets in Arba Minch town, South-ern Ethiopia. Infect Dis Poverty 2017;6(1):1-7.
CARDOSOMO, SILVA DF. Chicória (Eryngium foetidum L.). 121p. Hortaliças não-convencionais da Amazônia. Embrapa Serviço de Produção de Informação. Brasília, DF, 1997.
DALZOCHIO, Thaís & ZORZI, Gabriela. (2021). Identificação de enteroparasitos em hortaliças comercializadas no município de Nova Prata, RS. Revista Educação em Saúde. 9. 80-87.
ESTEVESA. Entre a pobreza e marginalidade: mendigos e vagabundos no Alto Minho de oitocentos. Revista de Ciências Sociais, 2013; 1(1): 113.
FILHOESA, et al. Pesquisa de Salmonella spp em carcaças de frango (Gallus gallus) comercializadas em feira livre ou em supermercado no município de Cuiabá, MT, Brasil. Rev. Higiene Alimentar, 2003; 17: 75.
GOMES RF, et al. Chicória de produção Amazônia cultivada sob plantio adensado e poda de flores Pendão. Revista Ver Caatinga, 2013; 26: 9.
GREGÓRIO DS, et al. Estudo da contaminação por parasitas em hortaliças da região leste de São PauloSão Paulo Science in Health, 2012; 3(2): 96-103.
LUZ JGG, et al. Contaminação por parasitas intestinais em hortaliças comercializadas na área do Vale do Jequitinhonha, 2017; 30(1): 127.
MARTINSLKP, et al. Análise parasitológica em hortaliças comercializadas em feiras e supermercados no município de Redenção (Pará). Rev. Brasileira de Meio Ambiente, 2021; 2(9): 46.
MOHAMEDAM, et al. Contaminação parasitária de legumes frescos vendidos nos mercados centrais de Cartum, 2016; 15: 17.
MUNARETO SL, et al. Parasitosis in preschool children in Brazil: bibliographic review. Research, Society and Development, 2021; 10: e1910111195.
NASCIMENTOAB,et al. Análises parasitológicas de hortaliças comercializadas na feira livre do Ver-o-Peso, Belém – PA. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; 41: e2135.
NEVESDP, et al. Parasitologia humana. 11. ed. Atheneu, São Paulo, 2005.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, OMS. Who global strategy for food safety 2022-2023. Organização Mundial da Saúde, 2022.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE -OMS (2023). Soil-transmitted helminth infections (Geneva: World Health Organization). Available online at: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/soil-transmitted-helminth-infections
PAUL JHA, et al. Eryngium foetidum L.: a review. Revista Fitoterapia, 2011; 82(3): 302.
PARIJA SC, CHAUDURY A. Uma breve revisão sobre a infecção por Balantidium Coliem humanos e outros animais. Brazilian Journal of Health Review, 2023.
REIS RS, et al. Universidade do Vale Do Taquari – UNIVATES. Lajeado, RS, Brasil. Revista Brasileira Multidisciplinar, 2020; 23: 2.
REY L. Bases da Parasitologia Médica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011; 391 p.
ROBERTSON LJ, GJERDE, B. Ocurrence of parasites on fruits and vegetables in Norway. Revista J. Food Protection, 2001; 64: 1793-1798.
SABOYÁ MI, et al. Update on the mapping of prevalence and intensity of infection for soil-transmitted helminth infections in Latin America and the Caribbean: a call for action. PLoS Negl. Trop. Dis., 2013; 9(7): 2419.
SIMÕESM, et al. Hygienic-sanitary conditions of vegetables and irrigation water from kitchen gardens in the municipality of Campinas, SP. Braz J Microb, 2001; 32p.
SILVALP, et al. Avaliação parasitológica em amostras de alface (Lactuca sativa var. crista) comercializadas no município de Quatá, São Paulo, Brasil. Biosci J, 2014; 30(4): 1252-1258.
SILVAWL, et al. Eficiência do cloro para sanitização de hortaliças. Higiene Alimentar, 2016; 30(256/257): 132-136.
SOUZAH, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. Rev. Panam Salud Publica, 2020; 10: 44.
SILVA JNB, et al. Tratamento farmacológico da estrongiloidíase em humanos: uma revisão integrativa. Rev Med., 2023; 102(5):e-210459.
SILVA MG, GONTIJO EEL. Avaliação parasitológica de alfaces (Lactuca sativa) comercializadas em supermercados e feiras livres do município de Gurupi, Tocantins. Rev Científica do ITPAC, 2012; 5(4): 1-10.
SCHUSTER FL, ÁVILA RL. Current world status of Balantidium coli - ASM. Rev. Clinical Microbiology Reviews, 2008; 21(4): 626-638.
VOLLKOPF PCP, et al. Ocorrência de enteroparasitos em amostras de alface (Lactuca sativa) comercializadas em Porto Murtinho, MS. Arquivos de Ciências Veterinárias e Zoológicas da UNIPAR, 2006; 1: 37.
