Resumen
Objetivo: Evaluar la frecuencia de abortos, causas y complicaciones entre estudiantes de educación superior. Métodos: Se evaluó a estudiantes de educación superior a través de un cuestionario creado en Google Forms y enviado por WhatsApp a estudiantes de la Facultad de Medicina Barbacena. Se incluyeron un total de 203 cuestionarios que cumplieron con los criterios de inclusión establecidos. Se consideró significativo un valor p < 0,05. Resultados: La mayoría de las estudiantes iniciaron su vida sexual a los 17 años; el 85,2% eran sexualmente activas, el 94,1% nunca había estado embarazada y 12 estudiantes ya habían estado embarazadas (5,9%). La frecuencia de aborto en esta muestra fue del 2,5% (n = 5) y dos estudiantes se indujeron un aborto (20%). Los principales motivos para el aborto inducido fueron la falta de deseo de ser madre (n = 1; 100%), no estar en una relación estable (n = 1; 100%) y ser demasiado joven (n = 1; 100%). Las principales complicaciones identificadas en mujeres que se indujeron el aborto fueron sangrado uterino (n=2; 40%), dolor abdominal (n=1; 20%) y problemas emocionales (n=2; 40%). Conclusión: La frecuencia del aborto fue baja en la población, pero el aborto inducido aún se identifica, incluso en grupos con mayor nivel educativo. Existen complicaciones, por lo que las mujeres deben recibir orientación.
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