Resumen
Objetivo: Describir los problemas de adaptación de los pacientes con diabetes mellitus y sus estrategias de afrontamiento, a partir del modelo adaptativo de Roy. Métodos: Esta revisión bibliográfica integradora se realizó de noviembre a diciembre de 2024, utilizando las bases de datos MEDLINE, LILACS, BDENF y SCOPUS. Los autores analizaron artículos publicados en los últimos cinco años, utilizando los descriptores “adaptación”; “complicaciones”; “diabetes mellitus”; “dificultades”, y los operadores booleanos ‘and’ y ‘or’ para su cruce. Resultados: La muestra final estuvo compuesta por 11 artículos, que culminaron en dos categorías tituladas: “Complicaciones de la diabetes mellitus y su relación con el modelo adaptativo de Roy” y “Estrategias de afrontamiento en el proceso de adaptación a la diabetes mellitus”. Consideraciones finales: Este estudio cumple los objetivos propuestos al dilucidar la importancia de utilizar la Teoría de Roy para comprender los problemas adaptativos y estrategias de afrontamiento que rodean al paciente con diabetes, aportando una visión más allá del mecanismo fisiológico/patológico y alertando para la necesidad de una escucha activa cualificada y un apoyo integral al paciente en su esfera psicosocial-espiritual.
Referencias
AGUIAR G, et al. Children with type 1 diabetes mellitus: the experience of disease. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2021; 55: e03725.
ALLOTEY P, et al. Rethinking health-care systems: a focus on chronicity. The Lancet, 2011, 377 (9764); 450–451.
AUGUSTA R. Diabetes: o que é? Portal Fiocruz, 2015. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/diabetes-o-que-e. Acesso em: 05 de janeiro de 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diabetes mellitus. Brasília, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/diabetes. Acesso em: 15 de janeiro de 2025.
COELHO RS, MUNIZ MC. O acadêmico de enfermagem refletindo sobre a teoria de enfermagem de Callista Roy para a aplicação na sua prática. Revista de Trabalhos Acadêmicos UNIVERSO, 2017; 2(3).
CROKE S, et al. Quais são as perspectivas de adultos de 18 a 40 anos que vivem com diabetes tipo 2 em ambientes urbanos em relação às barreiras e oportunidades para uma melhor saúde e bem-estar: um estudo de métodos mistos. BMJ Open, 2023; 13(9): e068765.
DEMIR Ç, UZUN S. Carga de doença e controle de sintomas em pacientes diabéticos tipo 2: um estudo fenomenológico. Enfermagem em Saúde Pública, 2024; 41: 1291–1301.
FELTON BJ, et al. Stress and coping in the explanation of psychological adjustment among chronically ill adults. Soc Sci Med. 1984; 18(10):889-98.
FISHER, et al. Clinical depression versus distress among patients with type 2 diabetes: not just a question of semantics. Diabetes Care, 2007; 30(3), 542–548.
GALBREATH J, et al. Teorias de enfermagem: os fundamentos à prática profissional. 4. ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000; 15: 203–224.
HAPUNDA, G. Estratégias de enfrentamento e sua associação com sofrimento específico do diabetes, depressão e autocuidado do diabetes entre pessoas que vivem com diabetes na Zâmbia. BMC Endocrine Disorders, 2022; 22 (1).
HARAZNEH L, et al. Adolescentes e diabetes tipo 1: uma teoria fundamentada nas experiências de adaptação dos adolescentes ao diabetes tipo 1. Journal of Pediatric Nursing, 2024; (76): 159-166.
JIMBO CRB, et al. Proceso de adaptación en pacientes diabéticos Adaptation process in. diabetic patients. Riobamba ene. 2021; 15(1).
JONES A, et al. If it does not significantly change HbA1c levels why should we waste time on it? A plea for the prioritization of psychological well-being in people with diabetes. Diabet Med. 2015; 32(2):155–63.
LEKHA PPS, AZEEZ EPA. Facilitadores psicossociais e barreiras para o gerenciamento do diabetes tipo 2 em Adultos: uma meta-síntese. Current Diabetes Reviews. 2024; 20(8).
LEOPARDI MT. Sister Callista Roy - teoria da adaptação. Teorias em enfermagem: instrumentos para a prática. Florianópolos: Papa-Livros. 1999: 109-114.
LIBERATI A, et al. A declaração PRISMA para relatar revisões sistemáticas e meta-análises de estudos que avaliam intervenções em saúde: explicação e elaboração. PLoS Med. 2009; 6(7): e1000100.
NICOLUCCI A, et al. Diabetes Attitudes, Wishes and Needs second study (DAWN2TM): cross-national benchmarking of diabetes-related psychosocial outcomes for people with diabetes. Diabet Med. 2013; 30(7): 767–77.
OWUSU BA, et al. Estratégias de enfrentamento e adaptação entre jovens vivendo com diabetes tipo 1 e seus cuidadores: análises textuais e fotovoz. BMC Saúde Pública. 2023; 23(1): 1684.
RIDDER D, et al. Psychological adjustment to chronic disease. Lancet. 2008; 372: 246-5.
SANTOS CM, et al. The PICO strategy for the research question construction and evidence search. Rev Latino-Am Enfermagem. 2007; 15(3):508–11.
SILVEIRA, R, et al. O cuidado de enfermagem e o cateter de Hickman: a busca de evidências. Acta Paulista de Enfermagem. 2005; 18(3): 276–284.
SUN Z, et al. As Experiências de Adoecimento de Adolescentes com Diabetes Mellitus Tipo 1: Uma Metassíntese Qualitativa. Pesquisa de Enfermagem Asiática. 2024; 18 (3): 313-321.
TARABAN L, et al. Preocupações relacionadas ao diabetes e enfrentamento entre jovens e adultos jovens com diabetes tipo 1. J Pediatr Psychol. 2022; 47(10):1145-1155.
TURNER A, et al. An evaluation of a self-manegement program for patients with long-term conditions. Patient Educ Couns. 2015; 98(1): 213-9.
VIEIRA SM, et al. Rev. salud pública. 2020; 22(5): 537-43.
