Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Muertes por anemia carencial: un análisis epidemiológico y sociodemográfico en Brasil de 2013 a 2023
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Anemia por deficiencia
Muertes
Epidemiología
Perfil sociodemográfico
Salud pública

Cómo citar

Muertes por anemia carencial: un análisis epidemiológico y sociodemográfico en Brasil de 2013 a 2023. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(1), e22348. https://doi.org/10.25248/reas.e22348.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el número de muertes por anemia por deficiencia por región y estado, destacando el grupo de edad y el sexo en Brasil de 2013 a 2023.Métodos: Se trata de un estudio epidemiológico, descriptivo y transversal basado en registros secundarios del Departamento de Tecnología de la Información del Sistema Único de Salud (DATASUS), analizando variables como región, estado, grupo de edad y sexo. Resultados: Se identificaron un total de 6.504 muertes por anemia por deficiencia en el país, categorizadas por la CIE-10 D53 (Otras anemias), con 3.362 muertes (52%) siendo las más prevalentes. La región destacada es el Sudeste, con 2.553 casos en total. El estado con el número absoluto más alto es São Paulo, con 1.124. La prevalencia más alta se observó entre las mujeres (3.329) y en el grupo de edad de 80 años o más. Conclusión: Concluimos que la anemia por deficiencia es un problema de salud pública en Brasil, que requiere políticas públicas que aborden la realidad del país.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ABU-ISMAIL L, et al. COVID-19 e Anemia: o que sabemos até agora? Hemoglobina, 2023; 47(3): 122-129.

ACHEBE MM e GAFTER-GVILI A. How I treat anemia in pregnancy: iron, cobalamin, and folate. Blood, 2017; 129(8): 940-949.

APPARINI M D, et al. Iron deficiency anaemia revisited. Journal of Internal Medicine, 2020; 287(2): 153-170.

BADDAM S, et al. Folic Acid Deficiency. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing, 2025.

BERG M. A definição de deficiência de ferro — uma questão de equidade em saúde. JAMA Network Open, 2024; 7(6): 2413928.

BERGAMASCHI G. et al. Anemia in patients with COVID-19: pathogenesis and clinical significance. Clinical and Experimental Medicine, 2021; 21(2): 239–246.

CAPPELLINI MD, et al. Iron deficiency anaemia revisited. Journal of Internal Medicine, 202; 287(2): 153-170.

CHAPARRO CM, et al. Anemia epidemiology, pathophysiology, and etiology in low- and middle-income countries. Annals of the New York Academy of Sciences, 2019; 1450(1): 15–31.

CORDEIRO ALS, et al. Anemia ferropriva: aspectos epidemiológicos, diagnóstico, tratamento e perspectivas futuras. Brazilian Journal of Health Review, 2025; 8(2): 79167.

DEIVITA Y, et al. Overview of anemia: risk factors and solution offering. Gaceta Sanitaria, 2021; 35(2): 235-241.

ERNESTO PBT, et al. Taxa de mortalidade por anemias em diferentes grupos populacionais no Brasil: análise de distribuição geográfica. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2024; 28(2): 215-229.

FERREIRA CSG, et al. Importância do hemograma no diagnóstico da anemia: uma revisão bibliográfica. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, 2024; 7(1): 2740.

IBGE. Projeção da população do Brasil e das unidades da federação: 2010–2060. Rio de Janeiro: IBGE, 2018. Atualizado em 2023. Disponível em: https ://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/. Acesso em: 10 de outubro de 2025.

JUNTOS PELA SAÚDE. 2024. Sistema de saúde brasileiro é marcado por profunda desigualdade: regiões Noret e Nordeste são as mais frageus. Disponível em: https ://juntospelasaude.org.br/sistema-de-saude-brasileiro-e-marcado-por-profunda-desigualdade-regioes-norte-e-nordeste-sao-as-mais-frageis/. Acessado em: 9 de outubros de 2025.

KUMAR SB, et al. Iron deficiency anemia: efficacy and limitations of nutritional and comprehensive mitigation strategies. Nutrients, 2022; 14(14): 2976.

LACERDA AKV, et al. Anemias na gestação como um problema de saúde pública. Hematology, Transfusion and Cell Therapy, 2024; 46 (4): 25–26.

MAIA YLM, et al. Vitamina B12 (Cobalamina): aspectos clínicos de sua deficiência. Referências em Saúde da Faculdade Estácio de Sá de Goiás – RRS-FESGO, 2019; 2(2): 147-152.

MANSOUR D, et al. A review of clinical guidelines on the management of iron deficiency and iron-deficiency anemia in women with heavy menstrual bleeding. Advances in Therapy, 2021; 38(1): 201-225.

MORADI Y, et al. Desigualdade socioeconômica na prevalência de anemia: análise de decomposição entre o povo curdo. BMC Public Health, 2025; 25(1392).

MORAIS AM. Suplementação semanal de ferro em crianças de 2 anos é eficaz no combate à anemia. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2023; 78.

NASCIMENTO CVCD, et al. Mortalidade por anemia hemolítica adquirida no Brasil (2010–2019). Hematology, Transfusion and Cell Therapy, 2021; 43(1): 24–25.

NASCIMENTO LEP, et al. Situação epidemiológica da anemia no Brasil e abordagens de prevenção, cuidado e manejo na atenção primária à saúde: revisão integrativa de literatura. Revista Multidisciplinar em Saúde, 2024; 5(3).

NETO TBO, et al. A importância dos fatores socioeconômicos na gênese e manutenção de anemias carenciais, 2023; 23(9): 13997.

OMS. Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher – PNDS 2006: dimensões do processo reprodutivo e da saúde da criança. 2009. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br /bvs/publicacoes/pnds_crianca_mulher.pdf. Acessado em: 31 de agosto de 2025.

PAULINO CTS. et al. Associação de programas de suplementação de ferro com desfechos de anemia ferropriva em crianças no Brasil. Nutrients, 2021; 13(5): 1524.

PEREIRA AS. et al. Metodologia da pesquisa científica. Santa Maria, RS: UFSM, NTE, 2012; 1: 119.

SANTOS SMC, et al. Avanços e desafios nos 20 anos da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37(1): 150220.

TANG GH e SHOLZBERG M. Iron deficiency anemia among women: an issue of health equity. Blood Reviews, 2024; 64: 101159.

WHO. Anaemia in women and children, 2025. Disponível em: https ://www.who.int/data/gho/data/th emes/topics/anaemia_in_women_and_children. Acessado em: 03 de novembro de 2025.

WHO. Anemia. Disponível em: https ://www.who.int/health-topics/anaemia#tab=tab_1. Acessado em: 31 de agosto de 2025.

WHO. OPAS. Anemia em mulheres e crianças. Disponível em: https ://www.paho.org/en/enlace/anemia-women-and-children. Acessado em: 01 de novembro de 2025.