Resumen
Objetivo: Identificar la actuación del enfermero en la prevención y el enfrentamiento de la violencia obstétrica en el contexto hospitalario. Métodos: Se realizó una Revisión Integrativa de la Literatura (RIL), siguiendo las etapas propuestas por Canto et al. (2020). Las búsquedas se llevaron a cabo en las bases de datos SciELO, LILACS, MEDLINE y BDENF, utilizando descriptores en portugués, inglés y español. Se incluyeron artículos publicados entre 2020 y 2025, disponibles en texto completo y relacionados con la violencia obstétrica y la actuación del enfermero. La muestra final estuvo compuesta por 10 estudios, analizados mediante la técnica de análisis de contenido temático propuesta por Bardin (2016). Resultados: Se identificaron tres categorías principales: desafíos y barreras institucionales y formativas; prácticas de humanización desarrolladas por enfermeros; y la capacitación profesional como herramienta de prevención. Los estudios evidencian que la comunicación empática, la acogida y el respeto a la autonomía de la gestante reducen significativamente las prácticas violentas. Sin embargo, persisten obstáculos como la insuficiente formación profesional, la sobrecarga laboral, el racismo estructural y la ausencia de protocolos institucionales. Consideraciones finales: El enfermero desempeña un papel central en la prevención y el enfrentamiento de la violencia obstétrica. La formación continua, el fortalecimiento de la autonomía profesional y el compromiso institucional con prácticas humanizadas son fundamentales para consolidar una atención ética, empática y libre de violencia.
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