Resumen
Objetivo: Comprender la vivencia de personas mayores en la práctica de actividad física colectiva y sus repercusiones biopsicosociales. Métodos: Estudio cualitativo, de carácter observacional, realizado con 20 personas mayores de 60 a 83 años, vinculadas a un Centro Deportivo en Recife, Brasil. Los datos fueron recolectados mediante entrevistas semiestructuradas y un cuestionario sociodemográfico, seguidos del análisis de contenido de Bardin. Resultados: Las narrativas evidencian beneficios físicos (reducción del dolor, aumento de la vitalidad), emocionales (mejora de la autoestima, disminución de la tristeza, mejor calidad del sueño) y sociales (nuevas amistades, ampliación de redes de relaciones, fortalecimiento del sentido de pertenencia). Estos efectos contribuyen a la autonomía, la funcionalidad y la calidad de vida. La participación prolongada en la actividad física parece asociarse con impactos positivos más intensos en autonomía y bienestar. Conclusión: Los programas de actividad física colectiva son fundamentales para mitigar el aislamiento, fortalecer las redes sociales y ampliar el sentido de pertenencia de las personas mayores. Las políticas públicas e institucionales deben priorizar y expandir estas iniciativas, especialmente en comunidades vulnerables, para potenciar sus efectos sobre la salud y la calidad de vida en la vejez.
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