Resumen
Objetivo: Analizar las manifestaciones y percepciones de los trastornos mentales comunes entre el profesorado universitario del programa de enfermería. Métodos: Se realizó un estudio cualitativo, descriptivo-exploratorio con 18 docentes de una universidad pública. La recolección de datos tuvo lugar en septiembre de 2025 y los datos se analizaron según los principios del análisis de contenido propuestos por Bardin. Resultados: El estudio identificó que la sobrecarga y la acumulación de funciones entre el profesorado altamente cualificado favorecen los síntomas de trastornos mentales comunes, lo que repercute en la productividad y el bienestar. Esta situación se agrava por la falta de apoyo institucional y se mitiga parcialmente mediante estrategias de afrontamiento personales. Conclusión: Es notorio que la sobrecarga de trabajo, la acumulación de múltiples funciones, las presiones por cumplir metas con poco tiempo y sin planificación pedagógica, fueron los principales factores de riesgo para el desarrollo de trastornos mentales comunes (TMC) en educadores de enfermería. Las limitaciones de algunos educadores universitarios de enfermería para responder a la investigación, debido al trabajo o a actividades en el campo, fuera de la institución, impidieron el profundizar y la ampliación del análisis, pero no fueron capaces de invalidar el estudio.
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