Resumen
Objetivo: Evaluar el conocimiento de las mujeres en edad reproductiva atendidas por el sistema público de salud sobre la prevención, el tratamiento y las complicaciones de la sífilis. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo, transversal y analítico con un enfoque cuantitativo, realizado en Anápolis-GO entre agosto de 2024 y febrero de 2025, con una muestra compuesta por 100 mujeres mayores de 18 años. Resultados: Las participantes tenían entre 18 y 50 años, predominantemente en el grupo de edad de 18 a 35 años, y la mitad había completado la escuela secundaria. Se encontró una asociación significativa entre el nivel de educación y el nivel de conocimiento (p < 0,05). Se encontró que el 41% tenía bajo conocimiento, el 55% tenía un nivel medio y solo el 4% tenía un nivel alto. Solo el 25% sabía que el tratamiento varía según la fase clínica y el 35% desconocía la prueba rápida. Con respecto a la sífilis congénita, el 72% reconoció la importancia del tamizaje gestacional, pero solo el 18% conocía las complicaciones fetales. Conclusión: Se concluye que el conocimiento continúa siendo limitado, reforzando la necesidad de acciones educativas y estrategias de promoción de la salud.
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