Resumen
Objetivo: Describir el perfil epidemiológico de la sífilis congénita en la región de la Baja Amazonía entre 2019 y 2024. Métodos: Se trata de un estudio cuantitativo, descriptivo y transversal, con carácter exploratorio e investigativo. La información se adquirió del Sistema de Información de Notificación de Enfermedades (SINAN/DATASUS). Los datos se presentaron en tablas y gráficos con análisis estadístico relacionado con la enfermedad con la ayuda del software Google Sheets. Resultados: De 2019 a 2024, se notificaron 460 casos de sífilis congénita en la Baja Amazonía (PA), con un promedio anual de 76,6 casos. El municipio de Santarém concentró el 66,5% de los registros. Predominaron los recién nacidos ≤ 6 días de edad (95,6%), el sexo femenino (51,3%) y la raza parda (86,5%). La mayoría de las madres tenían entre 20 y 29 años (59,6 %) y habían recibido atención prenatal (93,9 %), pero el 45,7 % de sus parejas no recibieron tratamiento. La tasa de mortalidad fue del 1,5 %. Conclusión: El estudio revela la persistencia de desafíos en el control de la sífilis congénita, con fallas en el diagnóstico precoz y el tratamiento inadecuado de las parejas, a pesar de la cobertura prenatal. Fortalecer la vigilancia epidemiológica y mejorar la atención y el cribado prenatal son medidas fundamentales para reducir la infección congénita.
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