Resumen
Objetivo: Evidenciar las vivencias maternas después del diagnóstico de sífilis congénita y las dificultades enfrentadas durante el tratamiento, destacando las barreras sociales y emocionales. Métodos: Se trató de una revisión integrativa de la literatura realizada en las plataformas Scielo, Acervo+ Index Base y Biblioteca Virtual en Salud (BVS) en artículos publicados en portugués o español en el período de 2015 a 2025, utilizando los descriptores [sífilis congénita] AND [vivencia materna OR cuidados OR después del diagnóstico OR durante el tratamiento]. La pregunta orientadora: “¿Cuáles son las experiencias, desafíos e impactos emocionales, comportamentales y sociales vividos por madres tras el diagnóstico de sífilis congénita?”. Resultados: Las madres de niños con sífilis experimentan sentimientos de miedo, culpa, verguenza y sufrimiento ante el diagnóstico y tratamiento de sus hijos. Se identificaron fragilidades en la comunicación con los profesionales, en el vínculo durante el prenatal y en el apoyo social. La acogida humanizada y las acciones educativas se mostraron fundamentales para reducir los impactos emocionales y favorecer la adhesión al tratamiento. Consideraciones finales: La sífilis congénita sigue siendo un grave problema de salud pública, reflejando fragilidades en el prenatal, en la comunicación y en la acogida a las gestantes. Se evidencia la necesidad de prácticas asistenciales más humanizadas, con cualificación profesional, apoyo psicosocial y acciones educativas que favorezcan la adhesión al tratamiento y promuevan mejores resultados materno-infantiles.
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