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Tendencias y determinantes del abandono del tratamiento de la tuberculosis en Brasil
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Palabras clave

Tuberculosis
Pacientes desistentes del tratamiento
Sistemas de información en salud
Estudio de series temporales

Cómo citar

Tendencias y determinantes del abandono del tratamiento de la tuberculosis en Brasil. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(3), e23023. https://doi.org/10.25248/reas.e23023.2026

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Resumen

Objetivo: Analizar la tendencia temporal y los factores asociados al abandono del tratamiento de la tuberculosis en Brasil. Métodos: Estudio ecológico de serie temporal, con datos del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación. La tendencia del abandono se evaluó mediante las proporciones anuales entre 2002-2022, analizadas con gráficos de control. Los factores asociados al abandono se analizaron, período 2016–2022 mediante la estimación de odds ratios (OR), intervalo de confianza del 95%, nivel de significación 5%, considerando variables sociodemográficas, de vulnerabilidad social y clínicas-comportamentales. Resultados: Las tasas de abandono aumentaron de 11,21 por 100 casos nuevos en 2002 a 16,45 en 2022. Las personas menores de 65 años presentaron mayor probabilidad de abandono, especialmente entre 25 y 34 años (22,4%). El sexo masculino mostró mayor probabilidad (OR=1,49). El abandono fue más frecuente entre personas con menor nivel educativo y negros (24,0%). La región Nordeste presentó menor probabilidad de abandono. La situación de calle se asoció fuertemente con el abandono (57,7%), mientras que las personas privadas de libertad presentaron menor probabilidad (14,5%).
Conclusión: El abandono del tratamiento de la tuberculosis se asocia a vulnerabilidades sociales y clínicas, lo que refuerza la necesidad de estrategias dirigidas a mejorar la adherencia terapéutica.

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