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Los efectos en el bebé prematuro ante la presencia y ausencia de la figura materna
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Palabras clave

Recién nacido
Prematuro
Recién nacidos pretérmino
Psiquismo del bebé
Psicoanálisis

Cómo citar

Los efectos en el bebé prematuro ante la presencia y ausencia de la figura materna. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23028. https://doi.org/10.25248/reas.e23028.2026

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Resumen

Objetivo: Comprender los efectos en el comportamiento de los recién nacidos prematuros ingresados en la Unidad de Cuidados Intensivos Neonatales (UCIN) de un Hospital General de Referencia, ante la presencia y la ausencia de la figura materna. Métodos: Se trata de una investigación observacional, de carácter etnográfico, realizada con siete (7) recién nacidos prematuros durante un año, utilizando una adaptación del método Bick. La investigación cualitativa interpretó los comportamientos de los recién nacidos prematuros a la luz del psicoanálisis, destacando la importancia de la presencia de la figura materna en los bebés pretérmino en la UCIN. Resultados: La presencia materna se asoció a respuestas de tranquilidad, relajación y menor prevalencia de llanto en los bebés, mientras que su ausencia desencadenó agitación, llanto persistente y retraimiento. El contacto físico, el sostén en brazos y la voz materna se mostraron como recursos eficaces para la regulación emocional y el fortalecimiento del vínculo afectivo, construyendo un ambiente de mayor seguridad psíquica y bienestar para el bebé durante la hospitalización. Conclusión: La presencia materna en la UCIN contribuye positivamente a la regulación emocional del bebé prematuro, ofreciéndole una presencia afectiva que favorece el desarrollo de su psiquismo. Como desafío, se destacan las adaptaciones del método Bick al contexto hospitalario y la transferencia/alta de los bebés a otras unidades neonatales fuera del lugar de investigación.

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Referencias

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