Resumen
Objetivo: Definir el abordaje institucional con enfoque en el perfil psicoemocional postaborto en pacientes de un hospital público del Distrito Federal, identificando brechas en la acogida y en la asistencia humanizada. Métodos: Estudio transversal, retrospectivo y cualitativo con 81 mujeres (18-40 años) atendidas por aborto entre 2023 y 2025. La recolección de datos incluyó prontuarios electrónicos y un cuestionario anónimo sobre el abordaje emocional del equipo y el perfil de los profesionales involucrados. Estudio aprobado por el Comité de Ética en Pesquisa. Resultados: No se observó una diferencia significativa entre las edades, siendo el grupo menor de 24 años el menos frecuente (17,3%). Se constató que el 80,5% de las pacientes no recibieron un soporte emocional adecuado. Entre la minoría que recibió atención (16,9%), la asistencia se distribuyó entre enfermeros, médicos y técnicos de enfermería, sin que prevaleciera un perfil profesional específico destacado. Conclusión: Existe una evidente fragilidad en la atención psicoemocional, lo que demuestra que el aborto exige apoyo emocional más allá del manejo clínico. Es necesario profundizar en el tema dentro de las políticas públicas y ampliar los consultorios especializados para garantizar el seguimiento integral de estas pacientes en el Sistema Único de Salud.
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