Resumen
Objetivo: Analizar los avances en el conocimiento sobre el abordaje clínico de la leishmaniasis visceral, con énfasis en los aspectos epidemiológicos, diagnósticos y terapéuticos, contribuyendo al perfeccionamiento de las estrategias de manejo de la enfermedad. Revisión bibliográfica: La leishmaniasis visceral es una enfermedad parasitaria sistémica desatendida, endémica en Brasil. Transmitida por flebótomos, presenta una fisiopatología compleja con invasión y multiplicación de Leishmania en macrófagos, modulando la respuesta inmunitaria. Clínicamente, presenta un espectro variable, con fiebre prolongada, anemia, pérdida de peso y hepatoesplenomegalia, y puede ser mortal, especialmente en personas inmunocomprometidas. El diagnóstico integra criterios clínicos, epidemiológicos y de laboratorio, incluyendo métodos parasitológicos, serológicos y moleculares. El tratamiento precoz con antimoniales o anfotericina B y la vigilancia epidemiológica son esenciales para reducir la morbilidad y la mortalidad y fortalecer las acciones integradas de Una Salud en el control nacional. Consideraciones finales: La leishmaniasis visceral requiere un enfoque integral de Una Salud, con investigación, vigilancia, tratamiento eficaz y políticas públicas para reducir su impacto. Por lo tanto, es fundamental continuar con los esfuerzos de investigación, junto con el fortalecimiento de las políticas de salud pública, para mejorar el impacto de la leishmaniasis visceral.
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