Resumen
Objetivo: Describir la prevalencia de síntomas emocionales y su asociación con variables demográficas y condiciones de salud en trabajadores de la Atención Primaria de Salud. Métodos: Estudio transversal, no probabilístico, por conveniencia, realizado en 2025, en una Unidad de Salud de la Familia de Porto Velho, Rondônia, con 78 trabajadores. Se utilizó un cuestionario sociodemográfico y la Escala de Depresión, Ansiedad y Estrés 21 ítems (DASS-21). Las asociaciones fueron analizadas mediante regresión logística múltiple. Resultados: La prevalencia fue de 62,8% para depresión, 66,7% para ansiedad y 52,6% para estrés. La depresión se asoció con vivir solo, dormir menos de ocho horas, presentar certificado médico en el último año, uso de medicación controlada y tener hijos con necesidades especiales. La ansiedad se asoció con edad joven, otro vínculo laboral y menor tiempo de sueño. El estrés se asoció con doble jornada laboral, uso de medicación y ausencia laboral por motivos de salud. Conclusión: Se observó alta prevalencia de síntomas emocionales, lo que indica la necesidad de acciones institucionales dirigidas a la promoción de la salud mental.
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