Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Resistencia a la compresión de diferentes cementos de ionómero de vidrio convencionales: análisis in vitro
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Fracturas por Compresión
Cementos de Ionómero de Vidrio
Resistencia de Materiales

Cómo citar

Resistencia a la compresión de diferentes cementos de ionómero de vidrio convencionales: análisis in vitro. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23394. https://doi.org/10.25248/reas.e23394.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Evaluar, mediante un estudio in vitro, la resistencia a la compresión de diferentes marcas de cementos de ionómero de vidrio (CIVs) convencionales en distintos tiempos. Metodología: Se analizaron seis marcas comerciales de CIVs según un diseño factorial 6 × 3 (material × tiempo). Se confeccionaron ocho especímenes cilíndricos por grupo, evaluados en T1 (fraguado inmediato), T2 (24 horas) y T3 (6 meses), con almacenamiento en agua destilada a 37 °C. La resistencia a la compresión diametral se determinó en una máquina universal de ensayos (Instron®, Norwood, MA, EE. UU.) a 0,5 mm/min hasta la fractura. Los datos fueron analizados mediante ANOVA y prueba post hoc de Tukey (α = 0,05). Resultados: En T1 (fraguado inmediato), los seis grupos de CIVs presentaron un desempeño estadísticamente similar. En T2 (24 horas), se observó una diferencia significativa entre los materiales, destacándose Riva Self Cure (SDI®) con mayor resistencia. En T3 (6 meses), Bioglass (Biodinâmica®) presentó los mejores resultados. Conclusión: Los resultados demuestran variaciones en el comportamiento mecánico de los CIVs a lo largo del tiempo, reforzando la importancia de estudios adicionales que evalúen diferentes métodos de protección superficial y su influencia en las propiedades mecánicas del material.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALVANFOROUSH N, et al. Fracture toughness of glass ionomers measured with two different methods. Journal of the Mechanical Behavior of Biomedical Materials, 2019; 90(1): 208-216.

AVELINO E, et al. Comparação da resistência à compressão entre o cimento de ionômero de vidro encapsulado e o sistema pó/líquido. Revista da Faculdade de Odontologia, 2016; 21(2): 191-195.

BIRANT S, et al. Assessment of the compressive strength of the current restorative materials. Pediatric Dental Journal, 2021; 31(5): 80.e–85.

DE AZEVEDO MC, DE SÁ PINTO AC. Tratamento Restaurador Atraumático em Odontopediatria: revisão de literatura. Revista Multidisciplinar e de Psicologia, 2020; 14(53): 72-83.

FRAGNAN LN, et al. Dureza Knoop de três cimentos de ionômero de vidro. Pesquisa Brasileira em Odontopediatria e Clínica Integrada, 2011; 11(1): 73-76.

FREIRE W, et al. Análise comparativa da liberação de flúor por cimentos de ionômero de vidro convencionais e modificados por resina: um estudo in vitro. Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro, 2024; 4.

FUHRMANN D, et al. Propriedades de novos sistemas restauradores de ionômero de vidro comercializados para áreas de suporte de tensão. Operative Dentistry, 2020; 45: 104-110.

GADONSKI A, et al. Avaliação do efeito de soluções de armazenamento sobre a resistência da união adesiva à dentina de dentes bovinos sob microcisalhamento: pesquisa in vitro. Revista de Odontologia da UNESP, 2018; 47(6): 354-359.

IFTIKHAR N, et al. A comparative evaluation of mechanical properties of four different restorative materials: an in vitro study. International Journal of Clinical Pediatric Dentistry, 2019; 12(1): 47-49.

ILIE N, et al. Fracture toughness of dental restorative materials. Clinical Oral Investigations, 2012; 16(2): 489-498.

JUNIOR L, et al. Cimento de ionômero de vidro: revisão de literatura. Brazilian Journal of Health Review, 2022; 5(2): 6893-6902.

KAZAK M, AKALIN TT, ESEN F. Comparison of water sorption and water solubility properties of current restorative materials with different contents. European Journal of Dentistry, 2025; 19(1): 248–254.

KIM D, et al. Biological and mechanical properties of an experimental glass-ionomer cement modified by partial replacement of CaO with MgO or ZnO. Journal of Applied Oral Science, 2015; 23(4): 369-375.

KRAJANGTA N, DULSAMPHAN C, CHOTITANMAPONG T. Efeitos do revestimento de superfície protetora na liberação e recarga de flúor de cimento de ionômero de vidro de alta viscosidade não revestido recente. Dentisty Journal, 2022; 10(12): 233.

ŁĘPICKA M, et al. The influence of hydrothermal fatigue on the clinically relevant functional properties of conventional glass-ionomer cements. Scientific Reports, 2023; 13: 8738.

LISBOA G, et al. Desempenho mecânico de um cimento de ionômero de vidro convencional variando a proporção pó/líquido. Revista Pró-UniverSUS, 2025; 16(2): 179-185.

MANSO AP, et al. Effects of aging on shear bond strength to dentin and mechanical properties of restorative glass ionomer cements. International Journal of Adhesion and Adhesives, 2020; 102: 102693.

MARÇAL DM. Proteção de superfície dos ionômero de vidro: uma revisão de escopo. Dissertação (Mestrado em Odontologia) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2023; 45p.

MENEZES-SILVA R, et al. Correlation between mechanical properties and stabilization time of chemical bonds in glass-ionomer cements. Brazilian Oral Research, 2020; s.v.

MUNIZ AB, et al. Cimento de ionômero de vidro em odontopediatria: revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; 12(10): e3853.

NOMOTO R, MCCABE JF. Effect of mixing methods on the compressive strength of glass ionomer cements. Journal of Dentistry, 2001; 29(3): 205-210.

OLIVEIRA BL, et al. Atualidades de cimentos de ionômero de vidro: revisão de literatura e caso clínico. Archives of Health Investigation, 2025; 14(5): 1526–1541.

OLIVEIRA G et al. Efeito da adição de biosilicato® nas propriedades físico-mecânicas e biológicas de cimentos de ionômero de vidro odontológico. Journal of Functional Biomaterials, 2023; 14: 302.

PANETTA A, et al. Evaluating Glass Ionomer Cement Longevity in the Primary and Permanent Teeth—An Umbrella Review. Journal of Functional Biomaterials, 2024; 15(2): 48.

PEREIRA J, et al. Efeito da técnica de inserção na resistência mecânica de dois cimentos de ionômero de vidro de alta viscosidade. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2018; 20(1): 79-84.

PÉREZ MT, et al. Estudo da incorporação de nanocelulose no cimento odontológico ionômero de vidro. 2021. 62 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2021.

RAGGIO DP, et al. Effect of insertion method on Knoop hardness of high viscous glass ionomer cements. Brazilian Dental Journal, 2010; 21(5): 439-445.

REIS A; LOGUERCIO A. Materiais dentários diretos: dos fundamentos à aplicação clínica. 2. ed. Rio de Janeiro: Santos, 2021. 464 p.

ROBERTS H, BERZINS D, NICHOLSON J. Long-Term water balance evaluation in glass ionomer restorative materials. Materials, 2022; 15(3): 807.

WASSEL M, et al. Efeito antibacteriano, liberação de flúor e resistência à compressão de um ionômero de vidro contendo nanopartículas de prata e titânio. Journal of Indian Dental Research, 2022; 33(1): 75.