Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Hospitalizaciones por mastitis puerperal en el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil entre 2018 y 2022
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Mastitis
Periodo posparto
Hospitalización
Tiempo de internación
Costos de hospital

Cómo citar

Hospitalizaciones por mastitis puerperal en el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil entre 2018 y 2022. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(5), e23425. https://doi.org/10.25248/reas.e23425.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar los factores sociodemográficos, clínicos, de estancia hospitalaria y de costo asociados a las hospitalizaciones por mastitis puerperal en el Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil entre 2018 y 2022. Métodos: Estudio transversal utilizando datos del Sistema de Información Hospitalaria (SIH/SUS) incluyendo todas las internaciones por mastitis puerperal en el SUS entre 2018 y 2022. Se analizaron la estancia hospitalaria y los costos por hospitalización según grupo de edad, región y tipo de institución mediante estadística descriptiva y tablas de contingencia múltiple. Resultados: Se analizaron 11.279 hospitalizaciones. El mayor número de casos se presentó en la región Sudeste (41,8%), en mujeres que se declararon pardas (45,7%), en el grupo de 18 a 29 años (62,5%) y en instituciones públicas (66,8%). Los gastos del SUS (Sistema Único de Salud) totalizaron R$ 2.568.714,80, con un costo promedio de R$ 227,74 por hospitalización, siendo mayor en instituciones privadas (p < 0,001), y una estancia hospitalaria promedio de 4,5 ± 3,6 días para el tratamiento quirúrgico y de 5,2 ± 3,4 días para el tratamiento clínico. Conclusión: Las hospitalizaciones por mastitis puerperal en el SUS fueron más frecuentes en la región Sudeste, entre mujeres jóvenes que se autoidentificaron como mestizas. La estancia hospitalaria fue mayor en el sector público y para el tratamiento clínico, mientras que los costos fueron mayores en el sector privado y para el tratamiento quirúrgico.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

AMIR LH, et al. Management of Mastitis in the Hospital Setting: An International Audit Study. J Hum Lact. 2025; 41(3):401–11. DOI: 10.1177/08903344251338245.

ANTONELLO VS, et al. Características bacteriológicas dos abscessos mamários primários em pacientes da comunidade na era da resistência microbiana. Rev Bras Ginecol Obstet. 2024; 46:e-rbgo34. DOI:10.61622/rbgo/2024rbgo34

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA (AMB). Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos – CBHPM – 2022. Santana de Parnaíba, SP: Editora Manole; 2022. 256 pág.

BRASIL. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, entre outras disposições. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8080.html

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS. DEPARTAMENTO DE GESTÃO E INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. Diretrizes metodológicas: diretriz de avaliação econômica. 2ª ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_metodologicas_diretriz_avaliacao_economica.pdf

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Informática do SUS (DATASUS). TabNet Win32 3.3: nascidos vivos – Brasil [Internet]. 2025a. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sinasc/cnv/nvuf.def

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA DO SUS (DATASUS). TabNet Win32 3.3: Morbidade Hospitalar no SUS – por local de internação – Brasil [Internet]. 2025b. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sih/cnv/niuf.def

BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA DO SUS (DATASUS). SIGTAP – Sistema de Gestão da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS [Internet]. 2025c. Disponível em: http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp

COONEY F, PETTY-SAPHON N. The Burden of Severe Lactational Mastitis in Ireland from 2006 to 2015. Ir Med J. 2019; 112(1):855.

COSTA JMD, et al. Acesso a medicamentos após a alta hospitalar: experiência de pacientes hospitalizados e profissionais da saúde. Res Soc Dev. 2022; 11(8):e30511830841. DOI:10.33448/rsd-v11i8.30841

COURTNEY A, et al.Mastitis and Mammary Abscess Management Audit (MAMMA) in the UK and Ireland. Br J Surg [Internet]. 2024; 111(1). DOI: 10.1093/bjs/znad333/7334455

COVRE ER, et al. Permanência, custo e mortalidade relacionados às internações cirúrgicas pelo Sistema Único de Saúde. Rev Lat Am Enfermagem. 2019;27. DOI: 10.1590/1518-8345.2618-3136

CUSCHIERI S. The STROBE guidelines. Saudita J Anaesth. 2019; 13(Suppl 1):S31–4. DOI: 10.4103/sja. SJA_543_18.

DENG Y, et al. Maternal Risk Factors for Lactation Mastitis: A Meta-analysis. West J Nurs Res. 2021; 43(7):698–708. DOI:10.1177/0193945920967674

FERNANDES FCGM, et al. Idade da primeira gestação no Brasil: dados da Pesquisa Nacional de Saúde. J Hum Growth Dev. 2019; 29(3):304–12. DOI: doi.org/10.7322/jhgd.v29.9523

GRZESKOWIAK LE, et al. Incidence, antibiotic treatment and outcomes of lactational mastitis: Findings from The Norwegian Mother, Father and Child Cohort Study (MoBa). Paediatr Perinat Epidemiol. 2022; 36(2):254–63. DOI: 10.1111/PPE.12824.

HENDRIKS ME, et al. Step-by-step guideline for disease-specific costing studies in low- and middle-income countries: a mixed methodology. Glob Health Action. 2014;7:23573. DOI:10.3402/gha.v7.235736.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa Nacional de Saúde 2019: percepção do estado de saúde, estilo de vida, doenças crônicas e saúde bucal: Brasil e grandes regiões. Rio de Janeiro: IBGE, 2020. Disponível a partir de: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/saude/9160-pesquisa-nacional-de-saude.html

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Índice Nacional de Preços ao Consumidor Ampliado 2018-2022 | IBGE [Internet]. Disponível a partir de: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/economicas/precos-e-custos/9256-indice-nacional-de-precos-ao-consumidor-amplo.html?=&t=series-historicas

KOZIOLKJ, et al. Predictive Risk Factors for Childbirth-Associated Breast Infections in the United States: A 10-Year Perspective. Int J Environ Res Saúde Pública. 2023; 20(14):6333. DOI: 10.3390/ijerph20146333

LEE IW, et al. Puerperal mastitis requiring hospitalization during a nine-year period. Am J Obstet Gynecol. 2010; 203(4):332.e1-6. DOI:10.1016/j.ajog.2010.05.012

LI D, et al. Risk factors and prognosis of acute lactation mastitis developing into a breast abscess: A retrospective longitudinal study in China. PLoS One. 2022; 17(9):e0273967. DOI: 10.1371/journal.pone.0273967

MAHURIN-SMITH J. Challenges with Breastfeeding Pain, Nipple Trauma, and Perceived Insufficient Milk Supply. MCN, The American Journal of Maternal/Child Nursing. 2023. DOI: 10.1097/NMC.0000000000000909

MELO RC, et al. Transição e continuidade do cuidado do pós-alta hospitalar à atenção primária: uma revisão de escopo. Physis Rev Saúde Coletiva. 2025; 35(2). DOI: 10.1590/S0103-73312025350216pt

OUEDRAOGO MO, et al Prevalence of and factors associated with lactational mastitis in eastern and southern Africa: an exploratory analysis of community-based household surveys.. Amamentação Int J. 2022; 17(1). DOI: 10.1186/s13006-022-00464-x

PANITZ LM, et al. Análise do desempenho dos hospitais públicos e privados que atendem ao Sistema Único de Saúde. Cad Saúde Pública. 2024; 40(9). DOI: 10.1590/0102-311XPT156023

PEVZNER M, DAHAN A. Mastitis While Breastfeeding: Prevention, the Importance of Proper Treatment, and Potential Complications. J Clin Med. 2020; 9(8):2328. DOI: 10.3390/jcm9082328.

PILERI P, et al. Management of Breast Abscess during Breastfeeding. Int J Environ Res Saúde Pública. 2022; 19(9):5762. DOI: 10.3390/ijerph19095762

RÊGO FS, et al. Desmame precoce: fatores associados e percepção das nutrizes. Rev Recien - Rev Científica Enferm. 2019; 9(28):74–82. 10.24276/rrecien2358-3088.2019.9.28.74-82

RICHARDET M, et al. The Economic Evaluation of Mastitis Control Strategies in Holstein-Friesian Dairy Herds. Animals (Basel). 2023; 13(10):1701. DOI: 10.3390/ani13101701

RUSSELL SP, et al.Breast infections - Microbiology and treatment in an era of antibiotic resistance. Surgeon. 2020; 18(1):1–7. DOI:10.1016/j.surge.2019.03.008

SILVA EN, et al. Identificação, mensuração e valoração de custos em saúde. Epidemiol E Serviços Saúde. 2016; 25:437–9. DOI: 10.5123/S1679-49742016000200023

STAFFORD I, et al. Community-acquired methicillin-resistant Staphylococcus aureus among patients with puerperal mastitis requiring hospitalization. Obstet Gynecol. 2008; 112(3):533–7. DOI:10.1097/AOG.0b013e31818187b0

SÁ LA de, et al. Relação público-privado nas internações cirúrgicas pelo Sistema Único de Saúde. Rev Lat Am Enfermagem. 2021; 29:e3467–e3467. DOI: 10.1590/1518-8345.4901.3467

TAVEIRA CO, LEAL FPMC. Internação hospitalar para tratamento cirúrgico de gravidez ectópica e seu custo para o sistema de saúde. Rev Eletrônica Acervo Saúde. 2022; 15(7):e10760. DOI: 10.25248/reas.e10760.2022

VIDUEDO ADFS, et al. Severe lactational mastitis: particularities from admissionRev Bras Enferm. 2015; 68(6):1116–21. DOI: 10.1590/0034-7167.2015680617I

WILSON E, et al. Incidence of and Risk Factors for Lactational Mastitis. J Hum Lact Off J Int Lact Consult Assoc. 2020; 36(4):673–86. DOI: 10.1177/0890334420907898.