Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Análisis epidemiológico de los casos de sífilis congénita en el período de 2007-2024 en el estado de Pará
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Sífilis congénita
Epidemiología
Casos
Prevalencia

Cómo citar

Análisis epidemiológico de los casos de sífilis congénita en el período de 2007-2024 en el estado de Pará. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(6), e23602. https://doi.org/10.25248/reas.e23602.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de la sífilis congénita en el período de 2007 a 2024 en el estado de Pará, Brasil. Métodos: Este proyecto se caracteriza como un estudio retrospectivo, con un enfoque cuantitativo y epidemiológico, realizado a partir de datos recolectados del DATASUS y del SINAN. Resultados: Se observó una mayor prevalencia de casos en mujeres de 20 a 24 años, que se autodeclararon pardas y con escolaridad correspondiente entre el 5º y el 8º grado incompleto de la educación primaria. La capital, Belém, presentó el mayor número de casos, con un total de 4.779, seguida de los municipios de Marabá y Parauapebas. La mayoría de las madres realizaron atención prenatal; sin embargo, se verificó que la mayoría de las parejas no recibieron tratamiento para la infección. Se encontró una asociación estadísticamente significativa (p = 0,0001) entre las variables clínicas y el tratamiento de la pareja. Conclusión: De este modo, la implementación de una política pública integral, que contemple la promoción de la salud y la prevención de la sífilis congénita, se revela como fundamental. El presente estudio ofrece, como contribución principal, la descripción del perfil epidemiológico de la sífilis congénita en el estado de Pará en el período de 2007 a 2024, proporcionando información esencial para la elaboración de políticas de salud pública y la ejecución de intervenciones futuras.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ARAÚJO ACB, et al. Tendências na Incidência e Mortalidade da Sífilis Congênita na Região Sudeste do Brasil: Uma Análise de Série Temporal (2008–2022). Epidemiologia, 2025; 6(2): 22.

ARAÚJO CL, et al. Incidência da sífilis congênita no Brasil e sua relação com a Estratégia Saúde da Família. Revista de Saúde Pública, 2012; 46 (3): 479–486.

ARRUDA GAV, et. al. A realidade da sífilis materna e congênita no território brasileiro: uma revisão de literatura. Revista Educação em Saúde, 2020; 8(2): 246-252.

AYRES M, et al. BioEstat 5.0: aplicações estatísticas nas áreas das ciências biológicas e médicas. Belém: Sociedade Civil Mamirauá, 2007.

BARCELOS MRB, et. al. Congenital syphilis: Epidemiological analysis and sentinel event of the quality of care for the mother/newborn binomial. Journal of Human Growth and Development, 2022; 32:165–175.

BRANDÃO MA, et al. Custo das internações hospitalares por sífilis congênita no Brasil. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação (REASE), 2023; 9(4).

BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília: Conselho Nacional de Saúde, 2012.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Boletim Epidemiológico – Sífilis 2024. Número Especial | Outubro de 2024. Brasília: Ministério da Saúde, 2024.

CORREIA DM, et al. Análise dos níveis de escolaridade nos casos de sífilis na gestação e sífilis congênita no Brasil, 2010-2019. Revista Saúde em Redes, 2022; 8(2): 140–155.

CÔRTES PPR, MONTEIRO R. A relação entre sífilis congênita e o tratamento do parceiro da gestante: um estudo epidemiológico. Revista Pró-UniverSUS, 2019; 10: 41–47.

DANTAS JDC, et al. Tendência Temporal da Sífilis Gestacional entre 2008 e 2018 no Brasil: Associação com Fatores Socioeconômicos e de Saúde. Revista internacional de pesquisa ambiental e saúde pública, 2022; 19(24): 16456.

DANTAS JDC, et al. Tendência temporal e fatores associados à distribuição espacial da sífilis congênita no Brasil: um estudo ecológico. Fronteiras na pediatria, 2023; 11: 1109271.

DATASUS. Departamento de Informações do SUS. TABNET – Informações de Saúde. Ministério da Saúde, Brasília.

DE OLIVEIRA SCA, et al. Análise epidemiológica das internações por sífilis congênita no brasil nos últimos 5 anos. The Brazilian Journal of Infectious Diseases, 2023; 27: 103120.

DOMINGUES CSB, et al. Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: sífilis congênita e criança exposta à sífilis. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2021; 30.

DOMINGUES RMSM, et al. Prevalence of syphilis in pregnancy and prenatal syphilis testing in Brazil: Birth in Brazil study. Revista de Saúde Pública, 2014; 48(5): 766–774.

DOS SANTOS MM, et al. Trends of syphilis in Brazil: A growth portrait of the treponemic epidemic. PloS one, 2020; 15 (4): e0231029.

FEITOSA JAS, et al. Sífilis congênita: um estudo de revisão sobre sua persistência no Brasil. Revista Médica de Saúde Brasil, 2016; 10: 45–54.

GARBIN AJÍ, et al. Reemerging diseases in Brazil: sociodemographic and epidemiological characteristics of syphilis and its under-reporting. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2019; 52(21).

GEIER LHD, USCOCOVICH KJS. O. Sífilis congênita no Brasil: análise epidemiológica das taxas de incidência entre 2010 e 2024. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2024; 24(2): 231–240.

HOLZTRATTNER JS, et al. Sífilis congênita: realização do pré-natal e tratamento da gestante e de seu parceiro. Cogitare Enfermagem, 2019; 24: e59316.

KZAM ASL, et al. Sífilis congênita em Belém, Pará, entre 2009 e 2018: análise epidemiológica e desafios da prevenção. Brazilian Journal of Sexually Transmitted Diseases, 2020; 32(2): 58–65.

MACÊDO VC, et al. Fatores de risco para sífilis em mulheres: estudo caso-controle. Revista De Saúde Pública, 2017; 51: 78.

MORAES LAL, et al. Perfil clínico-epidemiológico da sífilis congênita no Brasil. Brazilian Journal of Infectious Health Sciences (BJIHS), 2024; 6(3).

NERI DT, et al. Hospitalizations for congenital syphilis in children under one year old in the state of Pará, Brazilian Amazon: ecological study. BMC Pediatrics, 2023; 23(581) 1–10.

SARACENI V, et al. Vigilância da sífilis na gravidez. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2007; 26(2): 1-10.