Resumen
Objetivo: Comprender la gestión de la seguridad del paciente en la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI). Revisión de la literatura: La evolución de las UCI, desde Nightingale hasta Safar, ha consolidado los cuidados críticos como un sector de alta complejidad y rigor técnico. Actualmente, la Seguridad del Paciente (SP) es el pilar central en este entorno, estructurada por los Seis Objetivos Internacionales de la Organización Mundial de la Salud para mitigar los riesgos inherentes a las tecnologías invasivas y la gravedad clínica. En Brasil, regulaciones como la Resolución del Consejo Colegiado (RDC) 36/2013 institucionalizan esta cultura. Una gestión eficaz de la SP requiere una comunicación asertiva como el método SBAR (Situación, Antecedentes, Evaluación y Recomendación), protocolos rigurosos y humanización, centrándose en la reducción de eventos adversos. Además de proteger al paciente, estas prácticas apoyan a los profesionales (la segunda víctima) y permiten la sostenibilidad ética y financiera de las instituciones. Consideraciones finales: La enfermería, a través de protocolos, comunicación y sistematización, resulta vital para la prevención de riesgos y la seguridad del paciente en las UCI. El estudio destaca la formación continua y la evidencia científica como pilares para mejorar la atención y, además, subraya que brindar una atención segura es un compromiso ético y organizativo, esencial para reducir los daños y valorar la profesión.
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