Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Tendencia temporal y perfil epidemiológico de la mortalidad infantil en la región de salud de Imperatriz-MA, Brasil (2020–2024)
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Mortalidad infantil
Epidemiología
Salud del niño

Cómo citar

Tendencia temporal y perfil epidemiológico de la mortalidad infantil en la región de salud de Imperatriz-MA, Brasil (2020–2024). (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(6), e23885. https://doi.org/10.25248/reas.e23885.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de la mortalidad infantil en la región de Imperatriz–MA, en el período de 2020 a 2024. Métodos: Se trata de un estudio documental, descriptivo, retrospectivo, con enfoque cuantitativo, realizado a partir de datos secundarios obtenidos del DATASUS, utilizando registros del Sistema de Información sobre Mortalidad. Se incluyeron las muertes registradas entre 2020 y 2024 en la región de Imperatriz–MA, en los grupos etarios de menores de 1 año y de 1 a 4 años. Resultados: En el período analizado se registraron 753 muertes, con mayor frecuencia en 2022 y menor en 2024. Se observó predominio de muertes en menores de 1 año, especialmente en el componente de 0 a 6 días, discreto predominio del sexo masculino, mayor frecuencia de registros en la población parda y ocurrencia mayoritaria en ambiente hospitalario. Las afecciones originadas en el período perinatal y las malformaciones congénitas constituyeron los principales grupos de causas básicas. Conclusión: La mortalidad estudiada presentó mayor concentración en el primer año de vida, con destaque para el período neonatal precoz y para causas perinatales y congénitas, evidenciando la importancia del fortalecimiento de la atención prenatal, del cuidado del parto, del soporte neonatal y del acompañamiento del niño en los primeros años de vida.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BAPTISTA GC, et al. Evolução da mortalidade neonatal por causas evitáveis em um município da Região Sul do Brasil. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2021; 21(1): 291-299.

BARBUSCIA DM, RODRIGUES-JÚNIOR AL. Completude da informação nas Declarações de Nascido Vivo e nas Declarações de Óbito neonatal precoce e fetal, da região de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, 2000-2007. Cadernos de Saúde Pública, 2011; 27(6): 1192-1200.

BOING AF, BOING AC. Modestos avanços, persistentes desigualdades: mortalidade de crianças no Brasil de 2010 a 2022. Revista de Saúde Pública, 2025; 59: 18.

BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico: mortalidade infantil no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 5. ed. rev. e atual. Brasília: Ministério da Saúde, 2024a.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de vigilância do óbito infantil e fetal e do Comitê de Prevenção do Óbito Infantil e Fetal. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.

BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Brasília: Ministério da Saúde, 2024b.

BRASIL. Ministério da Saúde. TabNet: Informações em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2024c.

COSTA JMBS, FRIAS PG. Avaliação da completude das variáveis da declaração de óbitos de menores de um ano residentes em Pernambuco, 1997-2005. Ciência & Saúde Coletiva, 2011; 16(Supl. 1): 1267-1274.

DUARTE CMR. Reflexos das políticas de saúde sobre as tendências da mortalidade infantil no Brasil: revisão da literatura sobre a última década. Cadernos de Saúde Pública, 2007; 23(7): 1511-1528.

KALE PL, et al. Prevalência de anomalias congênitas em nascidos vivos no estado do Rio de Janeiro, 2012-2021. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2025; 34: e20242158.

MACHADO SSV, et al. Evitabilidade e tendência temporal da mortalidade neonatal em Niterói/RJ, de 2012 a 2022. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2024; 24: e20230087.

MAIA LTS, et al. A contribuição do linkage entre o SIM e Sinasc para a melhoria das informações da mortalidade infantil em cinco cidades brasileiras. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2015; 15(1): 57-66.

NERY DP, et al. Tendência da mortalidade neonatal e de óbitos neonatais evitáveis: análise de série temporal, Bahia, 2010-2020. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2025; 34: e20240651.

RIBEIRO ACC, et al. Fatores associados às anomalias congênitas de crianças que evoluíram para o óbito infantil: estudo brasileiro de base populacional. Cogitare Enfermagem, 2025; 30: e97733.

ROMAGUERA AA, et al. Concordância e completude dos dados sobre nascidos vivos e óbitos infantis. Acta Paulista de Enfermagem, 2020; 33: eAPE20180309.

SOUSA MRM, et al. Fatores associados à mortalidade infantil evitável no ano de 2020: estudo brasileiro de base populacional. Revista Brasileira de Enfermagem, 2024; 77(4): e20230072.

STAHNKE DN, et al. Descrição dos coeficientes de mortalidade infantil evitável e proporção de mortalidade neonatal nos municípios da região metropolitana de Porto Alegre. Ciência & Saúde Coletiva, 2025; 30(2): e18022024.

UNITED NATIONS INTER-AGENCY GROUP FOR CHILD MORTALITY ESTIMATION. Levels and trends in child mortality 2024. New York: UNICEF, 2025.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Under-five mortality. Geneva: World Health Organization, 2024.