Resumen
Objetivo: Estimar la prevalencia y analizar los factores asociados al uso de ventilación mecánica invasiva (VMI) en pacientes ingresados en una Unidad de Cuidados Intensivos (UCI), con énfasis en el rol de enfermería. Métodos: Se realizó un estudio cuantitativo, transversal y retrospectivo, analizando 304 historias clínicas de pacientes adultos de tres UCI. Se realizaron análisis descriptivos de las variables y pruebas de chi-cuadrado. Resultados: Del total de la muestra, el 53,9% requirió VMI, con mayor frecuencia en varones y entre los provenientes del servicio de urgencias. Además, presentaron estancias hospitalarias más prolongadas, mayor prevalencia de lesión renal aguda, sepsis, uso de fármacos vasoactivos, sedación y analgesia, úlceras por presión, paro cardiorrespiratorio y mortalidad, todos con significación estadística. Conclusión: Estos hallazgos refuerzan la gravedad clínica y la complejidad de la atención de los pacientes sometidos a ventilación mecánica, destacando la importancia de las intervenciones de enfermería enfocadas en la prevención de complicaciones, el manejo adecuado de la sedación y la monitorización continua, así como la implementación de estrategias que promuevan la seguridad del paciente y la calidad de la atención, con el fin de reducir los resultados negativos.
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