Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Dinámica territorial y vulnerabilidad socioambiental: un estudio sobre la enfermedad de Chagas aguda en la región del bajo Tocantins, en la Amazonía de Pará
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Enfermedad de Chagas
Epidemiología
Salud Pública
Análisis Espacial

Cómo citar

Dinámica territorial y vulnerabilidad socioambiental: un estudio sobre la enfermedad de Chagas aguda en la región del bajo Tocantins, en la Amazonía de Pará. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(7), e24005. https://doi.org/10.25248/reas.e24005.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar la ocurrencia de la enfermedad de Chagas aguda en cuatro municipios de la región del Bajo Tocantins y su relación con factores socioeconómicos, demográficos y ambientales, en el estado de Pará, de 2015 a 2024. Métodos: Este estudio ecológico utilizó datos obtenidos de bases de datos oficiales del gobierno brasileño. Los análisis de significancia estadística se realizaron mediante la prueba no paramétrica de chi-cuadrado y análisis espacial mediante las técnicas de Kernel y Moran, expresando los resultados en mapas temáticos y coropléticos. Resultados: Se confirmaron 752 casos de la enfermedad. Los municipios de Abaetetuba y Cametá tuvieron las mayores prevalencias durante el período de estudio.  Se observó un patrón estacional, con cantidades mayores en la segunda mitad del año. El mayor porcentaje de casos se presentó en individuos adultos, de color pardo, con poca formación, con probable contaminación bucal en el ambiente domiciliario y con resultado de curación. La distribución de la enfermedad no fue homogénea, con focos tanto en zonas urbanas como rurales. Se identificaron diferentes relaciones espaciales entre las variables estudiadas y la ocurrencia de la enfermedad. Conclusión: La antropozoonosis en estudio es una condición social, económica y ambiental específica, y su difusión puede ser considerada un producto socioambiental del modelo de desarrollo exploratorio implementado en el estado de Pará.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BARBOSA RL, et al. Virulence of Trypanosoma cruzi from vector and reservoir in in natura açaí pulp resulting in food-borne acute Chagas disease at Pará State, Brazil. Experimental Parasitology, 2019; 197: 68-75.

BASTOS APV, et al. Economia e sociedade na região do Tocantins, Pará. Papers do NAEA, 2010; 259.

BEZERRA LS. Doenças de Chagas nas regiões de integração de saúde do estado do Pará: um estudo retrospectivo e epidemiológico. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, 2025; 18(7): 01-18.

BRANDÃO DO. Impactos das mudanças climáticas na sociobioeconomia da Amazônia. Estudos Avançados, 2024; 38(112).

BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico — Territorialização e Vulnerabilidade para Doença de Chagas Crônica. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Campanha "Brasil Sem Chagas" e ações integradas de enfrentamento à Doença de Chagas: 2023–2024. Brasília: Ministério da Saúde, 2024.

CASTRO EM. Território, biodiversidade e saberes de populações tradicionais. Papers do NAEA, 1998; 92: 1-16.

CONASEMS. Implantação do posto de coleta de triatomíneos no município de Abaetetuba no Pará: entendendo a participação vetorial nos focos de transmissão ativa de Doença de Chagas. Brasília: CONASEMS, 2018.

CONFALONIERI UE, et al. Environmental change and the dynamics of parasitic diseases in the Amazon. Acta Tropica, 2014; 129: 33-41.

DE SOUSA AS, et al. Chagas disease. The Lancet, 2024; 403(10422): 203-218.

DINIZ OLIVEIRA K, DUARTE CARDOSO AC. A espacialidade do modo de vida — Análise morfológica de comunidades rurais e tradicionais na região do Baixo Tocantins (PA). Novos Cadernos NAEA, 2021; 24(3).

FAPESPA. Barômetro da Sustentabilidade do Estado do Pará 2022. Belém: FAPESPA, 2022.

GALVÃO C, et al. Influência da temperatura no ciclo de vida de Triatoma melanosoma Martínez, Olmedo & Carcavallo, 1987 (Hemiptera, Reduviidae). Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 1999; 94(6): 851-854.

GARNELO L, et al. Amazônia: Entre devastação, violência e fios de esperança. Cadernos de Saúde Pública, 2023; 39: e00152723.

GONÇALVES NV, et al. A dermatite atópica canina e seus fatores de risco socioeconômicos, ambientais e de políticas públicas em Belém do Pará, Amazônia Oriental, Brasil: um estudo transversal e ecológico. Semina: Ciências Agrárias, 2025; 46(6): 1733-1746.

GONÇALVES NV, et al. The territorialization of Severe Acute Respiratory Syndrome and its socioeconomic, demographic and public health policy risk factors in Belém, state of Pará, Eastern Amazon, Brazil: a cross-sectional and ecological study. PLOS ONE, 2025; 20(3): e0318607.

HIRAOKA M. Mudanças na propriedade da terra e na agricultura de várzea, na Amazônia peruana. In: FALESI IC. Amazonas: a grande fronteira do século XXI. Belém: UFPA, 1993; 249-269p.

MARTINS JCN, et al. Análise epidemiológica da doença de Chagas aguda nas 13 regiões de saúde do Estado do Pará entre os anos de 2017 e 2021. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(12): e18364.

MIRANDA CSC, et al. Cenário epidemiológico da tripanossomíase americana e suas relações socioeconômicas e ambientais, Pará, Amazônia Oriental Brasileira. Tropical Medicine and Infectious Disease, 2025; 10(4): 88.

NAHUM JS. De ribeirinha a quilombola: dinâmica territorial de comunidades rurais na Amazônia paraense. Revista Campo-Território, 2011; 6(12): 79-103.

NAHUM JS, SANTOS CB. Impactos socioambientais da dendeicultura em comunidades tradicionais na Amazônia paraense. ACTA Geográfica, 2013; 63-80.

NASCIMENTO GC, SENNA MCA. A Influência de Eventos El Niño e La Niña na Avaliação dos Riscos de Ocorrência de Incêndios no Pará. Anuário do Instituto de Geociências, 2020; 43(4): 189-201.

NASCIMENTO LPGR, et al. Prevalência da doença de Chagas associada ao modo de infecção. Cogitare Enfermagem, 2021; 26: e73951.

NEVES DP. Parasitologia Humana. 13 ed. Rio de Janeiro: Ateneu, 2016; 616p.

OLIVEIRA MG, et al. Epidemiology of Acute Chagas Disease in the Amazon: Association between the açaí production chain and case reports in Pará state, Brazil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2026; 59: e0360-2025.

OMS. OMS pede detecção precoce e cuidados por toda a vida para doença de Chagas. ONU News, 2024.

PARÁ. Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca. Programa Estadual de Qualidade do Açaí (PEQA). Belém: SEDAP, 2011.

PATZ JA, et al. Effects of environmental change on emerging parasitic diseases. International Journal for Parasitology, 2000; 30(12-13): 1395-1405.

QUARESMA AP, EULER AMC. Açaí, mais que um fruto, símbolo da cultura alimentar e bioeconomia da Amazônia. In: VASCONCELLOS MBG. Bioeconomia e o mercado dos produtos florestais não madeireiros: desafios e possibilidades. São Paulo: Synergia Consultoria, 2023; v.5, 74-99p.

REIS IC, et al. Co-occurrence of malaria and Chagas disease in the Brazilian Amazon: the need for integrated health surveillance. Cadernos de Saúde Pública, 2025; 41(Sup I): e00042124.

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO PARÁ - SESPA. 2025. Departamento de Controle de Endemias - Diretoria de Vigilância em Saúde - Doença de Chagas no Pará. Disponível em: https://www.saude.pa.gov.br/a-secretaria/diretorias/dvs/chagas/. Acessado em: 29 de novembro de 2025.

SILVA H. A economia do açaí em Belém-PA: vida urbana e biodiversidade em uma experiência singular de desenvolvimento econômico. Novos Cadernos NAEA, 2021; 24(3): 259-286.

SINISA. Saneamento Básico no Brasil. Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico, 2024.

TAMAYO LD, et al. The effect of temperature increase on the development of Rhodnius prolixus and the course of Trypanosoma cruzi metacyclogenesis. PLoS Neglected Tropical Diseases, 2018; 12(8): e0006735.

TAVARES GS, et al. Análise da produção e comercialização de açaí no estado do Pará, Brasil. International Journal of Development Research, 2022; 10(4): 35215.

TRATA BRASIL. Painel Saneamento Brasil. Instituto Trata Brasil, 2026.

VALENTE VC, et al. Triatomíneos silvestres avançam sobre o domicílio do homem em Abaetetuba, Pará: relato de estudo preliminar. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2004; 37(supl. I): 37.

VILHENA AO, et al. Doença de Chagas aguda no estado do Pará, Brasil: série histórica de aspectos clínicos e epidemiológicos em três municípios, no período de 2007 a 2015. Revista Pan-Amazônica de Saúde, 2020; 11: 11.

ZAMBRANO S, et al. Oral Route Infection by Trypanosoma cruzi: From the Beginning to the Present Day. Pathogens, 2026; 15(1): 47.