Resumen
Objetivo: Analizar los aspectos biopsicosociales relacionados con las limitaciones vivenciadas, la calidad de vida y el bienestar psicológico de personas afectadas por la lepra. Métodos: Se trata de un estudio cualitativo desarrollado en una institución filantrópica de referencia en Teresina, Piauí, dedicada al cuidado de personas con lepra, durante el período de abril a junio de 2025. La muestra estuvo compuesta por 23 participantes seleccionados por conveniencia. Los datos fueron recolectados mediante entrevistas y cuestionarios abiertos, posteriormente grabados, transcritos y sometidos a análisis interpretativo. Resultados: Los sentimientos presentes en los relatos de las personas que viven con lepra están marcados por diversas emociones, como tristeza, miedo, vergüenza, exclusión y aislamiento, tanto por los daños físicos derivados de la enfermedad como por el prejuicio social. Esto evidencia el estigma social, cultural y estructural históricamente asociado a la enfermedad, que incluso intensifica el proceso de enfermar. Conclusión: Los relatos evidenciaron la ocurrencia de aislamiento social, discriminación y autoaislamiento, poniendo de manifiesto el estigma social, cultural y estructural que históricamente ha acompañado a la enfermedad, lo cual incluso intensifica el proceso de enfermedad.
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