Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Factores epidemiológicos asociados a la sífilis congénita en el municipio de Imperatriz, Maranhão, 2022–2024
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Salud Maternoinfantil
Atención Prenatal
Factores de Riesgo

Cómo citar

Factores epidemiológicos asociados a la sífilis congénita en el municipio de Imperatriz, Maranhão, 2022–2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(8), e24257. https://doi.org/10.25248/reas.e24257.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar los factores epidemiológicos asociados a la sífilis congénita en el municipio de Imperatriz, Maranhão, en el período de 2022 a 2024. Métodos: Se trata de un estudio observacional de tipo ecológico, cuantitativo y descriptivo, basado en datos obtenidos del Sistema de Información de Agravios de Notificación (SINAN) y del Sistema de Información sobre Nacidos Vivos (SINASC). Las variables analizadas incluyen información sociodemográfica y clínica. Resultados: Se notificaron 349 casos de sífilis congénita en Imperatriz, residentes en el estado de Maranhão. Se observó mayor frecuencia en madres pardas, con educación secundaria completa y en edad reproductiva. Aunque el 97,13% de las gestantes realizaron control prenatal, el 51% fueron diagnosticadas únicamente en el momento del parto o del legrado. Entre los recién nacidos, el 97,42% presentó sífilis congénita reciente y el 98% de los diagnósticos se realizó hasta el sexto día de vida; sin embargo, el 3,5% evolucionó a muerte. Además, se destaca que el 77% de los compañeros de las gestantes no recibieron tratamiento. Conclusión: Se concluye que la alta frecuencia de sífilis congénita, asociada a fallas en el diagnóstico y tratamiento, indica la necesidad de fortalecer la vigilancia epidemiológica y las políticas públicas.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALELUIA IRS, et al., Desafios da gestão regionalizada no Sistema Único de Saúde. Revista de Gestão dos Países de Língua Portuguesa, 2022, 20, (2):104–120.

BEZERRA LR, et al., Aspectos epidemiológicos e fatores de risco associados a Sífilis Congênita: uma revisão integrativa. Journal of Medical and Biosciences Research, 2025; 2(3), 663-681.

BRASIL MS. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim Epidemiológico. Brasília: Ministério da Saúde, 2020; 1-57.

COSTA ATS, et al. Epidemiologia da Sífilis Gestacional no Estado do Maranhão de 2015 a 2019. Revista Cereus, 2021; 13(1): 52-61.

DIOGO APXFG, et aç., Impacto da Sífilis na gestação: complicações maternas e neonatais. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2025; 7(4): 144-154.

FROZ IB, et al., Sífilis congênita: um estudo epidemiológico no município de São Luís-MA, em 2020 e 2021. Brazilian Medical Students Journal, 2024; 9(13).

GOES MBM, et al. Análise epidemiológica da sífilis congênita no Nordeste brasileiro (2017–2021): impacto, perfis e necessidades de saúde. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2023, 5(5): 2338–2354.

LIMA ISS, et al., Sífilis congênita: obstáculos enfrentados no tratamento e na prevenção de novos casos. Revista Eletrônica Acervo Científico, 2022; 41: 1-9.

MESSIAS YP, et al., Tratamento do parceiro na Sífilis Congênita - uma revisão integrativa. Revista Delos, 2025; 18(67): 01-26.

MESQUITA ALM , et al., Vulnerabilidade em saúde de mulheres à transmissão vertical da sífilis: uma síntese cruzada de casos. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2025; 35(2), 1-23.

PAVINATI G, et al., Análise temporal dos indicadores da sífilis gestacional e congênita. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2025; 28: e250028.

RAMOS AM, et al. Perfil epidemiológico da sífilis em gestantes no Brasil. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15(1): e9541.

REBOUÇAS ES, et al., Caracterização e análise epidemiológica dos casos de sífilis gestacional no município de Imperatriz, Maranhão, Brasil. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023, 23(4): 1-10.

ROCHA AFB, et al., Complicações, manifestações clínicas da sífilis congênita e aspectos relacionados à prevenção: revisão integrative. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021, 74(4): 1-9.

ROCHA AFB, et al., Mortalidade fetal e neonatal por sífilis congênita no período de escassez de penicilina. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024, 24(8): 1-11.

ROCHA MA, et al., Análise do perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita no município de Imperatriz, Maranhão, Brasil. Revista Caderno Pedagógico, 2024; 21(13), 01-17.

SANTOS BNS, et al., Prevalência dos indicadores de saúde pré-concepcional das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Revista Ciência & Saúde Coletiva, 2023, 28(11): 3367- 3381.

SILVA BPB, et al., Tendência temporal da taxa de incidência de sífilis gestacional e congênita em São Paulo, 2011-2023. Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2024, 33: e2024637.

SILVA NCP, et al. Sífilis gestacional em uma maternidade pública no interior do Nordeste brasileiro. Femina, 2021; 49(1): 58-64.

SINAN. Sistema de Informação de Agravo de Notificação. Funcionamento. 2016. Disponível em: http://portalsinan.saude.gov.br/funcionamentos. Acessado em: 15 de março de 2026.

TEIXEIRA AMM, et al., Abordagem pré-natal da sífilis na atenção primária de saúde: uma revisão bibliográfica. Revista Médica de Minas Gerais, 2023, 33: e-33210.