Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Inteligencia artificial en el diagnóstico prenatal de cardiopatías congénitas
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Cardiopatía congénita
Inteligencia artificial
Diagnóstico prenatal
Ecocardiografía fetal
Ecografía prenatal

Cómo citar

Inteligencia artificial en el diagnóstico prenatal de cardiopatías congénitas. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(10), e24528. https://doi.org/10.25248/reas.e24528.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el potencial de la inteligencia artificial como herramienta de apoyo para el diagnóstico prenatal de las cardiopatías congénitas. Métodos: Se realizó una revisión integradora, cualitativa y descriptiva, en PubMed, SciELO, LILACS y Google Académico. Se utilizaron los descriptores “cardiopatías congénitas”, “diagnóstico precoz”, “diagnóstico prenatal” e “inteligencia artificial”, combinados mediante AND y OR. Se identificaron 214 estudios, de los cuales 25 integraron la muestra final. Se incluyeron artículos publicados entre 2015 y 2026, en portugués e inglés, sobre inteligencia artificial aplicada a la ultrasonografía obstétrica y ecocardiografía fetal. Resultados: Las técnicas de aprendizaje automático y aprendizaje profundo, especialmente las Redes Neuronales Convolucionales, mostraron elevada capacidad para detectar alteraciones cardíacas fetales, aumentar la sensibilidad diagnóstica, reducir la variabilidad interobservador y estandarizar la interpretación de imágenes. También se observaron mejoras en la calidad de las imágenes y en el cribado prenatal, especialmente en regiones con escasez de especialistas. Persisten limitaciones relacionadas con la validación externa, la heterogeneidad de los algoritmos y la calidad de las imágenes. Consideraciones finales: La inteligencia artificial se muestra prometedora para fortalecer el diagnóstico prenatal de las cardiopatías congénitas, aunque su incorporación clínica depende de la estandarización metodológica y de la validación de los algoritmos.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

AMERICAN INSTITUTE OF ULTRASOUND IN MEDICINE. AIUM Practice Parameter for the Performance of Fetal Echocardiography. Journal of Ultrasound in Medicine. 2020; 39(1): E5-E16.

ANDRADE BC, et al. O papel do ultrassom na medicina fetal e na avaliação do trabalho de parto. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. 2024; 6(11): 3594-3608.

BARROS EB, et al. Perfil epidemiológico de nascidos vivos com cardiopatia congênita nas regiões brasileiras. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences. 2023; 5(5): 2316-2328.

BEHERA SK, et al. Impact of Fetal Echocardiography Comprehensiveness on Diagnostic Accuracy. Journal of the American Society of Echocardiography. 2022; 35(7): 752-761.e11.

BERTHOLDI EC, et al. Diagnóstico precoce de cardiopatias congênitas críticas: o papel do ecocardiograma fetal e neonatal. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2025; 11(7): 3172-3186.

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Brasil 2022: uma análise da situação de saúde e uma visão integrada sobre os fatores de risco para anomalias congênitas. Brasília: Ministério da Saúde; 2023.

CAO Y, ZHONG X, MA X, LI J, HUANG G. Utilization of artificial intelligence in echocardiographic imaging for congenital heart disease: a narrative review. Pediatric Medicine. 2025; 8: 9.

CAPPELLESSO VR, AGUIAR AP. Cardiopatias congênitas em crianças e adolescentes: caracterização clínico-epidemiológica em um hospital infantil de Manaus-AM. O Mundo da Saúde. 2017; 41(2): 144-153.

CESARIO MSA, et al. Mães de crianças com cardiopatia congênita: dúvidas e estratégia de intervenção. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2020; 12(5): e2337.

COMITÊ DE BOLETINS DE PRÁTICA – OBSTETRÍCIA, INSTITUTO AMERICANO DE ULTRASSOM EM MEDICINA. Boletim de prática nº 175: ultrassom na gravidez. Obstetrics & Gynecology. 2016; 128(6): e241-e256.

DA SILVA SANTOS AD, et al. Perfil dos recém-nascidos com cardiopatia congênita em uma maternidade de alto risco do município de Aracaju. Caderno de Graduação – Ciências Biológicas e da Saúde – UNIT Sergipe. 2023; 1(3): 59-70.

DE AQUINO TC, et al. Aumento da sobrevida de pacientes com cardiopatias congênitas após assistência perinatal e neonatal adequada: relato de caso. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2020; 12(10): e4797.

DE OLIVEIRA SILVA MM, et al. Análise dos registros de cardiopatias congênitas em crianças menores de um ano no Brasil. Revista Interfaces: Saúde, Humanas e Tecnologia. 2022; 10(3): 1489-1499.

DEY D, et al. Artificial Intelligence in Cardiovascular Imaging: JACC State-of-the-Art Review. Journal of the American College of Cardiology. 2019; 73(11): 1317-1335.

GHORBANI A, et al. Echocardiogram interpretation using deep learning. NPJ Digital Medicine. 2020; 3:10.

HABERER K, et al. Accuracy of Fetal Echocardiography in Defining Anatomic Details: A Single-Institution Experience over a 12-Year Period. Journal of the American Society of Echocardiography. 2022; 35(7): 762-772.

HOSNY A, et al. Artificial intelligence in radiology. Nature Reviews Cancer. 2018; 18(8): 500-510.

KRITTANAWONG C, et al. Artificial intelligence in precision cardiovascular medicine. Journal of the American College of Cardiology. 2017; 69(21): 2657-2664.

LOBO LC. Inteligência artificial, o futuro da medicina e a educação médica. Revista Brasileira de Educação Médica. 2018; 42(3): 3-8.

LU Y, et al. Instance Segmentation Deep Neural Network Based on YOLOX for Cardiac Anatomical Structures in Fetal Ultrasound Images. IEEE/ACM Transactions on Computational Biology and Bioinformatics. 2024; 21: 1007-1018.

OIKONOMOU EK, et al. Artificial Intelligence in Medical Imaging: A Radiomic Guide to Precision Phenotyping of Cardiovascular Disease. Cardiovascular Research. 2020; 116(13): 2040-2054.

PINHEIRO DO, et al. Acurácia do diagnóstico pré-natal de cardiopatias congênitas. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia. 2019; 41(1): 11-16.

RIVERA IR, et al. Cardiopatia congênita no recém-nascido: da solicitação do pediatra à avaliação do cardiologista. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2007; 89: 6-10.

SACHDEVA R, et al. Novel Techniques in Imaging Congenital Heart Disease: JACC Scientific Statement. Journal of the American College of Cardiology. 2024; 83(1): 63-81.

SILVA GG, et al. Desafios do uso da inteligência artificial nos diagnósticos de saúde: uma revisão integrativa. Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário. 2024; 13: 11-18.

SILVA MT, et al. Fatores associados à indicação de ecocardiografia neonatal na investigação de cardiopatias congênitas. Revista Gaúcha de Enfermagem. 2024; 45: e20230170.

SOARES AM. Mortalidade em doenças cardíacas congênitas no Brasil: o que sabemos? Arquivos Brasileiros de Cardiologia. 2021; 115: 1174-1175.

WANG SY, et al. Big Data Requirements for Artificial Intelligence. Current Opinion in Ophthalmology. 2020; 31(5): 318-323.

XIAO S, et al. Application and progress of artificial intelligence in fetal ultrasound. Journal of Clinical Medicine. 2023; 12(9): 3298.