Resumen
Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de poblaciones con citología alterada y el acceso a la colposcopia en Amazonas, correlacionando indicadores de salud con factores geográficos y socioeconómicos. Métodos: Estudio epidemiológico, ecológico y retrospectivo (2020–2025), utilizando datos del SISCAN y DATASUS. Se analizaron variables como grupo de edad, IDHM y distancia de la capital. Se aplicaron pruebas de Chi-cuadrado, Kruskal-Wallis, correlación de Spearman y agrupamiento K-means en el software R (v. 4.5.0). Resultados: Se observó una asociación positiva entre la capital y los grupos de edad superiores a 50 años, mientras que el interior presentó mayor representatividad entre los 30 y 40 años. La distancia de Manaus se correlacionó negativamente con la cobertura citológica y la prevalencia de exámenes normales, resultando en una mayor demanda proporcional de colposcopias en áreas remotas. El IDHM y la cobertura citológica mostraron una correlación positiva con la prevalencia de resultados normales. Conclusión: Las barreras geográficas y las disparidades socioeconómicas en Amazonas comprometen el seguimiento de las pacientes. El control del cáncer de cuello uterino en la región requiere el fortalecimiento de políticas públicas que enfrenten los desafíos logísticos y promuevan la equidad, siendo esencial la descentralización diagnóstica y la ampliación de la cobertura vacunal y del tamizaje calificado.
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