Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Factores que influyen en la negativa familiar a la donación de órganos y tejidos en Brasil
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Obtención de Órganos y Tejidos
Negativa Familiar
Selección de Donantes
Brasil

Cómo citar

Factores que influyen en la negativa familiar a la donación de órganos y tejidos en Brasil. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(8), e24613. https://doi.org/10.25248/reas.e24613.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Identificar y analizar los principales factores determinantes de la negativa familiar a la donación de órganos y tejidos en Brasil. Métodos: Se trata de una revisión integradora de la literatura, estructurada y organizada según la estrategia PICo. Los artículos fueron recolectados en las bases de datos PubMed, Biblioteca Virtual de Salud (BVS) y SciELO, publicados entre los años 2017 y 2026, utilizando los descriptores MeSH/DeCS (Brasil) AND (Obtención de Tejidos y Órganos) AND (Familia). Resultados: Se seleccionaron 7 artículos. El estudio demostró que la negativa a la donación de órganos y tejidos por parte de los familiares en Brasil es resultado de un proceso multifactorial, que involucra cuestiones de atención médica, familiares, individuales, logísticas y religiosas. Esto evidenció la necesidad de enfoques integrados y articulados entre la educación en salud, la preparación técnica de los equipos, el fortalecimiento del debate público y familiar sobre el tema y el incentivo a la manifestación previa de la decisión individual de donar. Consideraciones finales: El estudio permitió mapear los principales determinantes de la negativa familiar en el país, aunque se encontró una baja producción de artículos científicos específicos sobre el tema, limitando la profundización de la discusión.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ARANDA RS, et al. Perfil e motivos de negativas de familiares para doação de órgãos e tecidos para transplante. Revista Baiana de Enfermagem, 2018; 32.

ARSHAD A, et al. Comparison of organ donation and transplantation rates between opt-out and opt-in systems. Kidney International, 2019; 95(6): 1453–1460.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS (ABTO). Registro Brasileiro de Transplantes: dados numéricos da doação de órgãos e transplantes realizados por estado e instituição no período: janeiro / março – 2025. São Paulo: ABTO, 2025. Disponível em: https://site.abto.org.br/wp-content/uploads/2025/07/RBT2025-1trimestre-Populacao.pdf. Acesso em: 1 mar. 2026.

BARKER TH, et al. The revised JBI critical appraisal tool for the assessment of risk of bias for analytical cross-sectional studies. JBI Evidence Synthesis, 2026; 24(3): 401-8.

BATISTA MEP, et al. Justificativas de familiares para a não autorização de doação de órgãos: estudo documental. Brazilian Journal of Transplantation, 2024; 27: e4524.

BRASIL. Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 5 fev. 1997; Seção 1: 2191. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9434.htm. Acesso em: 1 mar. 2026.

BRASIL. Decreto nº 9.175, de 18 de outubro de 2017. Regulamenta a Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, para tratar da disposição de órgãos, tecidos, células e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. Diário Oficial da União, Brasília, 18 out. 2017; Seção 1: 2. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/d9175.htm. Acesso em: 1 mar. 2026.

BRITO AN, et al. Skin donation for transplantation: Social representations of family members who (do not) give consent for collection. Burns, 2024; 50(3): 709-716.

COSTA IA, AMARAL ACCZM. Doação de órgãos post mortem e as diretivas antecipadas da vontade: um conflito entre autodeterminação e a vontade familiar. Revista Argumentum-Argumentum Journal of Law, 2021; 22(3): 1301-1322.

CUSTÓDIO TS. Doação de órgãos post mortem no Brasil: o conflito entre a autonomia da vontade do doador e o poder de decisão da família. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) – Universidade de Santa Cruz do Sul, Campus Capão da Canoa, Capão da Canoa-RS, 2025.

GARCIA CD. Manual de Doação e Transplantes: Informações práticas sobre todas as etapas do processo de doação de órgãos e transplante. Editora Libretos, Porto Alegre, 2017. Link de publicação: https://site.abto.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Manual-dos-transplantesebook-versao-2022_compressed-1.pdf

GARCIA CD, et al. Doação e transplante de órgãos e tecidos. Editora Segmento Farma, São Paulo, 2015. Link de publicação: https://www.adote.org.br/assets/files/LivroDoacaOrgaosTecidos.pdf

GIRARDI JM, et al. O protocolo SPIKES na comunicação de más notícias em saúde: revisão integrativa. Revista Brasileira de Educação e Saúde. 2024; 14(1): 142–150.

GOMES KCB, et al. Consent for organ donation: a case study in the light of bioethics. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 2024; 96(4): e20240126.

HAREL I, et al. Is religiosity a barrier to organ donations? Examining the role of religiosity and the salience of a religious context on organ-donation decisions. Journal of the Association for Consumer Research, 2022; 7(2): 235–245.

HOSSEINI M, et al. Formulating research questions for evidence-based studies. Journal of Medicine, Surgery and Public Health, 2024; 2: 100046.

IBEABUCHI KC, et al. Perspectives on Organ Donation and the Relationship Between Spiritual Beliefs and Willingness to Donate: a Cross-sectional Study of Nigerian Medical and Allied Health Students. Research Square, 2024; Preprint (Version 1): 1-18. Disponível em: https://doi.org/10.21203/rs.3.rs-4578333/v1. Acesso em: 1 abr. 2026.

KNHIS NS, et al. Family interview for organ and tissue donation: good practice assumptions. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021; 74(2): e20190206.

LOCKWOOD C, et al. Qualitative research synthesis: methodological guidance for systematic reviewers utilizing meta-aggregation. International Journal of Evidence-Based Healthcare, 2015; 13(3): 179–187.

MARINHO BBO, et al. Challenges of Organ Donation: Potential Donors for Transplantation in an Area of Brazil's Northeast. Transplant Proceedings, 2018; 50(3): 698-701.

MAYNARD LOD, et al. Os conflitos do consentimento acerca da doação de órgãos post mortem no Brasil. Revista de Direito Sanitário, 2016; 16(3): 122-144.

MORAES EL, et al. Family interview to enable donation of organs for transplantation: evidence-based practice. Transplantation Proceedings, 2018; 50: 705e710.

MORESCHI PB, BERNARDINA DSD. A influência histórica e cultura da religião na sociedade. Revista Foco, 2024; 17(5): e5047.

OLIVEIRA AFCG, et al. Lacunas e Fatores Impeditivos da Doação de Órgãos no Brasil: Revisão de Literatura. Brazilian Journal of Transplant, 2023; 26: e2723.

ROZA BA, et al. Reasons for organ and tissue donation refusal and opposition: a scoping review. Revista Panamericana de Salud Pública, 2024; 48: e115.

SCHMEETS H, et al. O impacto do capital social na doação de órgãos: evidências da Holanda. Social Indicators Research, 2021; 157(3): 863–897.

SHEPHERD L, et al. Assessing the factors that influence the donation of a deceased family member's organs in an opt-out system for organ donation. Social Science & Medicine, 2023; 317: 115545.

SOUZA CC, et al. Conhecimento da população brasileira acerca da doação de órgãos e tecidos para transplantes. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; (56): e4471.

SOUZA CP, SOUZA AM. Rituais Fúnebres no Processo do Luto: Significados e Funções. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 2019; 35: e35412.

SOUZA NC, et al. Doação de órgão: acolhimento profissional no diagnóstico de morte encefálica sob a ótica dos familiares. Revista Enfermagem UERJ (Online), 2025; 33: e85432.

TOLFO F, et al. Obtaining tissues and organs: empowering actions of nurses in the light of ecosystem thinking. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021; 74(2): e20200983.