Abstract
Objective: To describe the sociodemographic, clinical, and pharmacotherapeutic profile of users taking psychotropic drugs who are treated at a Basic Health Unit (BHU) in the city of Maceió, Alagoas. Methods: Cross-sectional observational descriptive study, with the inclusion criteria being a patient registered at the health unit and using psychotropic drugs between 2020 and 2022. The variables defined were: sex, age, race/color, education, income, occupation, mental disorder diagnosis, psychotropic drug used, duration of drug use, and medical specialty. Results: We identified 81 patients, with 67 agreeing to participate in the study. There was a predominance of females (76.1%), older adults (41.7%), mixed-race individuals (50.8%), and those with incomplete elementary education (22%). The most frequent diagnoses were anxiety disorders (14%), depressive disorders (12%), and other conduct disorders (9%), and 31.3% of the medical records did not have a diagnosis listed. Regarding medication classes, benzodiazepines were the most common (33.6%), followed by antidepressants (29.1%), and both antiepileptics and antipsychotics at 16.4% each. The lack of information in the medical records was a limitation of the study. Conclusion: There is a need to improve the quality of information and invest in public policies aimed at preventing mental health issues, with a focus on training primary care teams and ensuring proper working conditions, to enable efficient and effective handling of cases.
References
AMARAL CEM, et al. Assistência à saúde mental no Brasil: estudo multifacetado em quatro grandes cidades, Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37: e00043420.
ARAÚJO TA, et al. Estudo das prescrições de psicotrópicos dispensados em uma farmácia básica do sertão paraibano, Revista APS, 2024; 27: e272438201.
BANDEIRA, VA et al. Uso de antidepressivo e os componentes da síndrome de fragilidade, Rev. Bras. Geriatr. Gerontol., 2018; 21(1): e0101.
BERNIERI J, et al. Análise do consumo de psicofármacos por usuários da Atenção Primária à Saúde, Saúde e Pesquisa, 2023; 16(1): e11363.
BIGAL AL, NAPPO SA. Prescrição de benzodiazepínicos em Unidades Básicas de Saúde em uma comunidade com alta vulnerabilidade social, Saúde em Debate, 2024; 48(141): e8509.
BONI BS, et al. O uso de psicofármacos e/ou psicotrópicos: uma revisão integrativa, New Trends in Qualitative Research, 2021; 8: e1036367 .
COSSA LF, et al. Estudo sobre o uso de benzodiazepínicos em idosos, Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2021; 6: e1036557..
COSTA JJ, UCHÔA R. Uso de Antidepressivos e Benzodiazepínicos em uma Unidade de Saúde da Família do Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, Rev Res Multiprof Unesc. 2022; 4(1): e23177500.
FERNANDES BB, et al. Sonolência e quedas associadas ao uso de psicotrópicos e bloqueadores de canais de cálcio em idosos, Rev Med, 2025; 104(5): e233617.
FERREIRA GF, et al. Perfil clínico dos usuários com demanda em saúde mental de uma unidade de saúde da família do município de Rondonópolis-MT, Journal of Health and Biological Sciences, 2023; 11(1): e23173206.
GERBALDO TB, et al. Avaliação da organização do cuidado em saúde mental na atenção básica à saúde do Brasil, Trab. Educ. Saúde, 2018; 16(3): e101590.
GIACOMINI SG. Transtornos mentais comuns maternos e fatores associados: estudo de uma série transversal no Estado do Ceará, Nordeste do Brasil em 2023. Tese de Doutorado (Doutorado em Saúde Pública) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2025, 144p.
HALLEY ES, et al. Análise dos psicotrópicos utilizados po idosos em unidade básica de saúde: uma análise literária, Ciências da Saúde, 2025; 29: 2965-1921.
LINHARES AP, et al. Benzodiazepínicos: uso crônico e dependência, Lumen et Virtus, 2024; 15(41): e1056238.
NASCIMENTO BC, et al. Gestão em saúde e uso de tecnologias no acompanhamento multiprofissional de usuários em uso contínuo de psicotrópicos na unidade básica de saúde, Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2026; 12(1): e105189.
OLIVEIRA JR, et al. Descrição do consumo de psicofármacos na atenção primária à saúde de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37: e00060520.
OLIVEIRA DP, et al. Aspectos críticos relacionados benzodiazepinícos por idosos, Ciências da Saúde em Foco, Editora Poisson, 2024; 5: e9786558664376.
OLIVEIRA FD, et al. A importância dos registros de enfermagem na qualidade da assistência: uma revisão integrativa, Periódicos Brasil, Pesquisa Científica, 2026; 5(1): e1036557.
SAGGESE E. Uma Juventude à Flor da Pele: o dilema de adolescer ou adoecer, Educação & Realidade, 2021; 46(1): e109166.
SANTOS LM, et al. O perigo silencioso dos benzodiazepínicos: da prescrição temporária à dependência vitalícia, Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, 2025; 7: e26748169.
SAMPAIO ML, BISPO JUNIOR JP. Rede de Atenção Psicossocial: avaliação da estrutura e do processo de articulação do cuidado em saúde mental, Cad. Saúde Pública, 2021; 37(3): e00042620.
SILVA E, et al. O impacto da qualidade de vida na saúde mental do idoso. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação. São Paulo, 2021; 7(10): e26753375.
SILVA, NT et al. Tendências de uso e prescrição de benzodiazepínicos na atenção primária do SUS: um estudo em Massaranduba – PB. Revista Brasileira Multidisciplinar, 2024; 27(1): e25272675.
