Abstract
Objetivo: Evaluar la capacidad de respuesta de la Estrategia de Salud de la Familia en el contexto de la pandemia de COVID-19. Métodos: Estudio transversal realizado en las Regiones de Salud (RS) Centro-Sur, Este, Norte, Oeste, Suroeste y Sur del Distrito Federal. Un total de 2.841 usuarios de las Unidades Básicas de Salud respondieron a un cuestionario validado. Resultados: El 24,39% de los usuarios tuvo COVID-19 y el 9,47% tuvo acceso a la prueba diagnóstica. El acceso fue evaluado como bueno en las RS, destacándose la región Este, con un 82,13% (IC95%: 77,32%-86,1%). El primer contacto también fue satisfactorio, con una mejor evaluación en la región Centro-Oeste: 84,13% (IC95%: 80,42%-87,24%). La infraestructura y las condiciones de confort fueron consideradas buenas en las RS, destacándose la región Este, con un 55,67% (IC95%: 49,93%-61,27%) para el mobiliario y los equipos de las Unidades Básicas de Salud, y la región Suroeste, con un 45,52% (IC95%: 42,24%-48,84%) para las salas de espera, de exámenes y los consultorios. Se observó un trato respetuoso y digno en todas las RS, destacándose la región Norte en los aspectos relacionados con el respeto, con un 95,31% (IC95%: 90,15%-97,83%), y la preservación de la intimidad, con un 95,01% (IC95%: 92,56%-96,68%). En cuanto a la solicitud de permiso para la realización de procedimientos, la región Centro-Sur presentó un 87,53% (IC95%: 84,12%-90,29%). Se obtuvieron evaluaciones positivas de la comunicación en las RS, destacándose la región Norte en la escucha atenta, con un 93,75% (IC95%: 88,15%-96,80%), y en la comprensión de la información, con un 96,88% (IC95%: 92,24%-98,78%). La región Este obtuvo la mejor evaluación respecto a la libertad en la toma de decisiones: 84,19% (IC95%: 79,56%-87,93%). Conclusión: Los resultados muestran evaluaciones de los aspectos estructurales más heterogéneas y menos favorables que las correspondientes a las dimensiones relacionales, especialmente debido al contexto de la COVID-19.
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