Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Percepções dos profissionais atuantes na comissão intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos para transplante
PDF

Palavras-chave

Órgaõs
Comissão para atividades profissionais e hospitalares
Transplante
Equipe multidisciplinar

Como Citar

Percepções dos profissionais atuantes na comissão intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos para transplante. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(10), e24833. https://doi.org/10.25248/reas.e24833.2026

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Analisar as vivências e percepções dos profissionais envolvidos na Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT). Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo. A coleta de dados ocorreu entre os meses de dezembro de 2024 e março de 2025, por meio de entrevistas. Foram entrevistados oito profissionais enfermeiros e três psicólogos atuantes na CIHDOTT. Utilizou-se a técnica de análise temática proposto por Bardin, com o apoio do software webQDA. Os resultados foram organizados em categorias de análise: significados e percepções da atuação na CIHDOTT, facilitadores e barreiras no processo de doação e estratégias de fortalecimento do processo de doação. Resultados: O estudo aponta a grande importância análise das percepções dos profissionais que compõem as CIHDOTT evidencia a complexidade e a sensibilidade que permeiam o processo de doação as percepções e experiências das equipes atuantes nas comissões, aproximar-se dessa realidade para assim ajudar o maior número de pessoas por meio da doação e transplante de órgãos. Conclusão:  Profissionais potencialmente atuam como mediadores entre o potencial doador, a família e o receptor, identificando facilitadores para a efetiva captação como abordagem adequada, acolhimento, vínculo e comunicação prévia sobre doação.

PDF

Referências

ABTO. Registro Brasileiro de Transplantes – RBT 2023. 2023. Disponível em: https://site.abto.org.br/wp-content/uploads/2024/03/RBT_2023-Populacao_Site.pdf.

ALVES J, et al. Nurse’s life world in organ donation and tissue. Revista Brasileira de Enfermagem, 2025; 78(1): 1–9.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.600, de 21 de outubro de 2009. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt2600_21_10_2009.html.

BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório de Doação (Brasil) – Evolução 2001–2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/snt/estatisticas/doacao-serie-historica/relatorio-de-doacao-brasil-evolucao-2001-2022/view.

BRASIL. Decreto nº 9.175, de 18 de outubro de 2017. Brasília, 2017. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/D9175.htm. Acesso em: 11 nov. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília, 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 8.041, de 25 de setembro de 2025. Altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 4, de 28 de setembro de 2017, para estabelecer a Política Nacional de Doação e Transplantes e definir o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. Brasília, 2025.

BRASILEIRO R. Veículo Oficial da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. 2023. Disponível em: https://site.abto.org.br/wp-content/uploads/2023/12/rbt2023-3trim-naoassociados.pdf.

CHEN X, et al. Mediating effects of attitude on the relationship between knowledge and willingness to organ donation among nursing students. Frontiers in Public Health, 2024; 12: 1–10.

COSTA BYF, et al. Processo de trabalho da comissão de doação de órgãos e tecidos. Ciência Cuidado e Saúde, 2019; 18(4): e43275.

DEUCHER S, et al. A percepção da população sobre o processo de doação de órgãos na cidade de Passo Fundo/RS. Revista da AMRIGS, 2021; 65(3): xxx–xxx.

FELDENS TK, JACINTO PA. Intervenções midiáticas e doação de órgãos: uma análise para o Brasil. ANPEC Sul, 2020; 1(1): 1-24.

FERNANDES MEN, et al. Experiencing organ donation: feelings of relatives after consent. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2015; 23(5): 895–901.

GODT. International Report on Organ Donation and Transplantation Activities 2021. 2022. Disponível em: https://www.transplant-observatory.org/2021-global-report-5.

LIMA F. Doação de órgãos para transplante: conflitos éticos na percepção do profissional. Review Paper, 36(1): 27–33.

MACHADO ALG, IEIRA NFC. Uso do software webQDA na pesquisa qualitativa em enfermagem: relato de experiência. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020; 73(3): e20180411.

ROSSANA B. Trends in organ- and tissue-specific donation refusals in São Paulo, Brazil: a quantitative cross-sectional study. São Paulo Medical Journal, 2025; 143(3): 1–8.

SANTOS JIR, SANTOS ADB, LIRA. Percepção de familiares sobre a doação de órgãos e tecidos. Revista de Enfermagem UFPE On Line, 2019; 13(3): 578–586.

SILVA M, et al. Processo de Doação de Órgãos para Transplante: Revisão de Escopo. Brazilian Journal of Transplantation, 2024; 27(1): 1–12.

SILVA TR. Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante: vivência dos enfermeiros. Revista Enfermagem UERJ, 2018; 26: e34120.