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Transplantes de órgãos sólidos na região sul do Brasil: análise epidemiológica comparativa entre 2015 e 2025
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Palavras-chave

Análise espaço-temporal
Epidemiologia
Grupos etários
Sexo
Sistema Único de Saúde

Como Citar

Transplantes de órgãos sólidos na região sul do Brasil: análise epidemiológica comparativa entre 2015 e 2025. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(10), e24866. https://doi.org/10.25248/reas.e24866.2026

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Resumo

Objetivo: Descrever e comparar o perfil e a evolução anual dos transplantes de órgãos sólidos realizados nos estados da Região Sul entre 2015 e 2025. Métodos: Estudo epidemiológico descritivo, comparativo e quantitativo, com dados secundários do Sistema Nacional de Transplantes. Incluíram-se transplantes de órgãos sólidos no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, excluindo-se córnea e medula óssea. Realizou-se análise das frequências absolutas e relativas, cálculo das taxas anuais por milhão de habitantes (pmp) via estimativas do IBGE e teste do qui-quadrado de Pearson (p<0,05) utilizando o software IBM SPSS Statistics®. Resultados: Analisaram-se 21.251 transplantes, com predominância do sexo masculino (62,7%) da faixa de 50–64 anos (40,4%) e de transplantes renais (66,5%). O Paraná concentrou 43,1% dos registros e apresentou maior taxa agregada (72,3 pmp). Constatou-se associação entre estado e órgão (χ²=1177,881; p<0,001; V=0,166 ) e entre estado e faixa etária  (χ²=481,928; p<0,001). Conclusão: Apesar do elevado desempenho transplantador da Região Sul, o estudo demonstrou heterogeneidade na atividade transplantadora entre os estados. A ausência de informações sobre residência, demanda e lista de espera impede concluir diretamente sobre desigualdade de acesso.

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