Resumo
Objetivo: Avaliar como o uso da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) pode contribuir como meio de prevenção combinada contra infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) nos grupos de risco. Revisão bibliográfica: Diante do grande número de pessoas contaminadas com o vírus HIV no mundo, torna-se necessário identificar os grupos mais vulneráveis para estabelecer métodos de tratamento de prevenção e contenção mais eficazes. Assim, além da terapia antirretroviral e uso de preservativo, a PrEP tem se demonstrado como uma potente ferramenta no combate ao HIV agindo no impedimento da infecção pelo vírus. A PrEP é indicada para todas as pessoas não infectadas com vida sexualmente ativa, mas principalmente para as já identificadas mais vulneráveis, ou seja, profissionais do sexo, casais sorodiscordantes, usuários de drogas injetáveis e LGBT. Ressalta-se que a mesma deve ser feita em uso combinado com antirretrovirais, bem como com preservativos. Considerações finais: Em meio a eficácia do método que é inquestionável pela comunidade científica e defendida por diversos autores que debatem a temática, o medicamento ainda tem muito a enfrentar, principalmente no que diz respeito a informação precisa e de amplo alcance, algo que desafia as políticas públicas de saúde quanto a contenção do vírus via PrEP.
