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Descrição clínica de um caso de Criptococose associado a Linfoma Não Hodgkin de células B
Fonte: Souza LR, et al., 2022
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Palavras-chave

Criptococose
Linfoma não-hodgkin
Covid-19
Fluconazol
Anfotericina

Como Citar

Descrição clínica de um caso de Criptococose associado a Linfoma Não Hodgkin de células B. (2022). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(6), e10385. https://doi.org/10.25248/reas.e10385.2022

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Resumo

Objetivo: Demonstrar uma abordagem de um paciente presumivelmente imunocompetente no início do trabalho, porém com diagnóstico de Linfoma tipo B não Hodgkin feito no decorrer do tratamento da Criptococose. Detalhamento de caso: O caso descrito trata-se de um paciente do sexo masculino, 48 anos, com diagnóstico de neurocriptococose, o qual apresentava sintomatologias principais de cefaleia intensa, hiporexia, confusão mental, prostração e picos febris. Ao exame físico, observou-se sinais de meninginismo associado a linfoadenomegalia inguinal bilateral e esplenomegalia grau II, sem demais alterações. Perante a clínica foram solicitados exames laboratoriais e de imagem, os quais complementaram e auxiliaram para a conclusão diagnóstica de neurocriptococose. Posteriormente, foi instituído tratamento com anfotericina B e fluconazol, ambos endovenosos. Considerações finais: Por ser uma doença que afeta mais indivíduos imunodeficientes, principalmente HIV positivos, também acomete imunocompetentes, atingindo os pulmões variando desde sintomas insignificantes até quadros respiratórios prolongados. O paciente em questão apresentou boa evolução clínica ao tratamento, e segue em acompanhamento ambulatorial. Uma vez sendo uma patologia negligenciada, seriam necessárias informações para estudos mais especializados, levando ao diagnóstico precoce e, por conseguinte a uma conduta adequada e efetiva.

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