Resumo
Objetivo: Identificar o perfil epidemiológico dos pacientes com hanseníase em uma Unidade Básica de Saúde Maranhense entre os anos de 2015 a 2020. Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo epidemiológico, individual, observacional, transversal e descritivo. A população de estudo escolhida é composta de pessoas com diagnóstico de hanseníase acompanhadas em uma Unidade Básica de Saúde no período de 2015 a 2020. Resultados: O número de casos de hanseníase foi de 23 pacientes diagnosticados e/ou tratados no período determinado. A partir disso, houve a caracterização dos pacientes, com dados referentes a média das idades, escolaridade, situação conjugal, renda, hábitos de vida, modo de entrada, forma clínica e classificação operacional predominantes nesta Unidade. Verificou-se, que a média de idades foi de 48,6 anos, os grupos eram bem distribuídos quanto a escolaridade e a hanseníase multibacilar e dimórfica foram as mais prevalentes na região. A alta por cura ocorreu em quase 100% dos casos analisados. Conclusão: A pesquisa demonstra que a população adulta foi a mais atingida, mas não exclusivamente. A escolaridade não foi um fator impeditivo para se adquirir a doença. A forma multibacilar foi mais prevalente. Há endemia de casos, com decréscimo de diagnósticos durante pandemia em 2020.
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