Resumo
Objetivo: Investigar como as ações farmacológicas influenciam na regressão da placa aterosclerótica. Métodos: Trata-se de uma pesquisa descritiva sendo a técnica de pesquisa a revisão bibliográfica, com consultas a partir de 2018 até 2023, no Google Acadêmico e SciElo, em português e inglês, sendo referenciados, 20 artigos. Resultados: Doenças cardiovasculares são ditas como principal motivo de morbidade e mortalidade e a aterosclerose é, a nível global, a causa primária de morte nas últimas 5 décadas. A aterosclerose coronária é considerada uma das patologias mais prevalentes na população brasileira, indicando, ainda, incidência em indivíduos considerados jovens, tendo fatores de risco modificáveis ou não modificáveis. É dita como um processo resultante da infiltração por leucócitos da parede arterial e acúmulo de lipídios, em destaque o colesterol-LDL, em que a etapa do processo patológico tem início com a disfunção endotelial, porém, há fatores de risco que implicam nas modificações, mas, há o uso de estatinas para intervenção na regressão e progressão da placa. Considerações finais: Conclui-se que o uso de estatinas realmente influenciam para a regressão e progressão da aterosclerose, corroborando, assim, o objetivo do presente estudo.
Referências
AGUIAR ALC, et al. Assistência de enfermagem ao paciente com infarto agudo do miocárdio. Research, Society and Development, 2022; 11(4): e40711426743.
BARTS TN. Uso do ômega 3 na prevenção de doenças cardiovasculares. Repositório Pontífica Universidade Católica de Goiás. Monografia, 2021.
BARROS MS. Relação do colesterol e estatinas com síndrome coronário agudo: uma revisão. Mestrado em Medicina. Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade de Porto, Porto – Portugal, 2019.
BLANKE ADO e VARA MDTF. Doença arterial coronariana e exercício físico: uma revisão de literatura. Saúde e Desenvolvimento, 2019; 14: 8.
CANDIDO CB, et al. Repercussões da dislipidemia na população infanto-juvenil: uma revisão de literatura. Revista Científica Multidisciplinar, 2022; 3(8): e381741.
CRESWELL JW e CRESWELL, JD. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2021.
DA SILVA KJO, et al. Assistência de enfermagem na unidade coronariana a pacientes submetidos à revascularização do miocárdio. Research, Society and Development, 2023; 12(2): e21512240144.
DE FREITAS MAR, et al. Assistência médica no infarto agudo do miocárdio: revisão da literatura. Revista Corpus Hippocraticum, 2021; 2: 1.
FILHO EGDS e VALENTE N. Conduta e evolução de pacientes com infarto agudo do miocárdio em unidade de terapia intensiva: Management and evolution of patients with acute myocardial infarction in an intensive care unit. Revista Científica do Iamspe, 2022; 11: 1.
SILVA ADJ e VIEIRA ALS. A importância do conhecimento sobre as doenças cardiovaculares: dislipidemia, arteriosclerose e atuação do farmacêutico na prevenção. Scientia Generalis, 2021; 2(2): 198-207.
FEITOSA GS, et al. O Tratamento Antiplaquetário por Via Oral na Doença Arterial Coronária–Visão Atual. Revista Científica Hospital Santa Izabel, 2019; 3(4): 203-217.
FEITOSA CFF. Influência do polimorfismo do neuropeptídio y no desenvolvimento da doença arterial coronariana. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Monografia, 2018.
FERREIRA BWRC, et al. Gerações de stents no tratamento da cardiopatia isquêmica. Research, Society and Development, 2020; 9(9): e89997040.
FILIPE ACP. Potencial terapêutico do óleo de peixe nas doenças cardiovasculares. Tese de Doutorado – Faculdade de Farmácia, Universidade de Lisboa, Lisboa – Portugal, 2021.
FREITAS MCP. Desenvolvimento de um escore de funcionalidade da lipoproteína de alta densidade (HDL) e sua associação com algoritmos de predição de risco cardiovascular e aterosclerose subclínica em indivíduos brasileiros. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo – Brasil, 2019.
MACENO LK e GARCIA MS. Fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares em jovens adultos/Risk factors for the development of cardiovascular diseases in young adults. Brazilian Journal of Health Review, 2022; 5(1): 2820-2842.
MENDES AC. O-Glicosilação com N-acetil-glucosamina (O-GlcNAc) e eventos que contribuem para a formação da placa aterosclerótica. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo, São Paulo – Brasil, 2020.
RONDON MUPB, et al. Exercício físico na doença arterial coronariana. In: Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata [4. ed.]. Manole, 2019.
SILVA S. Uso de estatinas e suplementação com coenzima Q10: uma revisão narrativa. Monografia do curso de Farmácia, Centro Universitário AGES, Paripiranga – Brasil, 2021.
SOUZA LK. Pesquisa com análise qualitativa de dados: conhecendo a Análise Temática. Arq. bras. psicol., 2019; 71(2): 51-67.
VALADA IRG. Aterosclerose: a hipercolesterolémia e a importância dos microRNAs. Tese de Doutorado. Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal, 2019.
VALENTE LJM. Influência do uso de estatinas sobre a regressão/estabilização da placa de ateroma. Tese de Doutorado. Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal, 2019.
