Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Aspectos não-farmacológicos do tratamento da hipertensão arterial sistêmica (HAS)
PDF

Palavras-chave

Hipertensão
Abordagens dietéticas para conter a Hipertensão
Exercício físico
Cooperação e adesão ao tratamento

Como Citar

Aspectos não-farmacológicos do tratamento da hipertensão arterial sistêmica (HAS). (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(6), e12751. https://doi.org/10.25248/reas.e12751.2023

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Demonstrar como o tratamento não-farmacológico pode auxiliar na redução dos níveis pressóricos em pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica (HAS), destacando seus efeitos no paciente. Revisão bibliográfica: Em relação aos aspectos não farmacológicos do tratamento da HAS, destaca-se que estudos evidenciaram benefícios substanciais aos pacientes aderentes de dietas equilibradas, exercícios físicos e demais terapêuticas alternativas, como a acupuntura. Tais intervenções apresentam custo reduzido, risco mínimo e eficácia comprovada para o controle e redução da pressão arterial, além de possibilitar a prevenção de possíveis complicações da patologia. Contudo, é importante ressaltar que em casos mais graves e avançados dessa condição, o tratamento farmacológico é indispensável, mas se associado a essas medidas terapêuticas os resultados podem ser ainda mais satisfatórios e duradouros. Além disso, outro fator relevante ao se prescrever abordagem não medicamentosa é a potencial não adesão do paciente aos novos hábitos, situação usual neste grupo. Considerações finais: O tratamento não-farmacológico pode auxiliar na redução da pressão arterial de modo relevante e contribuir para uma melhoria significativa da qualidade de vida do paciente.

PDF

Referências

ARIJA V, et al. Physical activity, cardiovascular health, quality of life and blood pressure control in hypertensive subjects: randomized clinical trial. Health and Quality of Life Outcomes, 2018; 16(184).

AZEVEDO LM, et al. Exercício físico e pressão arterial: efeitos, mecanismos, influências e implicações na hipertensão arterial. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, 2019; 29(4): 415-22.

BARBOSA J de S, et al. O impacto da acupuntura no tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Research, Society and Development, 2020; 9(11): e2079119725.

BARROSO WKS, et al. Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial – 2020. Arq. Bras. Cardiol., 2021; 116(3): 516-658.

BRITO SFL, et al. Mecanismos de regulação da pressão arterial. Brazilian Journal of Development, 2021; 7(5): 43969-43986.

COSTA AJR, et al. Tratamento não farmacológico da hipertensão na atenção primária: Uma revisão integrativa. Research, Society and Development, 2021; 10(7): e46110716644.

FALCÃO A de S, et al. Estilo de vida e adesão ao tratamento de hipertensão arterial sistêmica em homens idosos. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 2018; 31(2): 1-10.

GEWEHR MD, et al. Adesão ao tratamento farmacológico da hipertensão arterial na Atenção Primária à Saúde. Saúde em Debate, 2018; 42(116): 179-190.

LOPES HF. Hipertensão Arterial: Aspectos Fisiopatológicos, Estresse Psicossocial e Preferência por Alimentos. Arquivo Brasileiro de Cardiologia, 2019; 113(3): 381-382.

LOPES MS, et al. Assistência à saúde na atenção primária aos portadores de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. Revista Ciência Plural, 2021; 7(1): 40-56.

MAGALHÃES LBNC, et al. Conceito e aspectos epidemiológicos da hipertensão arterial. Revista Brasileira de Hipertensão, 2018; 25(1): 6-12.

MALTA DC, et al. Prevalência da hipertensão arterial segundo diferentes critérios diagnósticos, Pesquisa Nacional de Saúde. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2018; 21(1): e180021.

MORAES AIS, et al. Diagnósticos de enfermagem: disposição para controle da saúde melhorado e controle ineficaz da saúde em hipertensos. Cuidarte enfermagem, 2019; 13(2): 111-175.

NASCIMENTO AL, et al. Fatores associados ao tratamento não medicamentoso por pacientes hipertensos. Brazilian Journal of Development, 2021; 7(4): 37946-37958.

NASCIMENTO DFB, et al. Association between sociodemographic factors and alcohol consumption in rural women. Rev Rene, 2020; 21: e44478.

NASCIMENTO MO, et al. Fatores associados à adesão ao tratamento não medicamentoso da hipertensão na atenção primária. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021; 74(6): e20200173.

OLIVEIRA CCRB, et al. Nível de atividade física em pessoas com hipertensão arterial sistêmica. Revista Baiana de Enfermagem, 2019; 33: e33648.

PEREIRA RD de M, et al. Protocolo de laser-acupuntura para hipertensão arterial sistêmicaprimária: ensaio clínico randomizado. Revista Latino Americana de Enfermagem, 2018; 26: e2936.

RIBEIRO JUNIOR UES e FERNANDES, RCP. Hipertensão arterial em trabalhadores: o efeito cumulativo das dimensões da atividade física sobre esse agravo. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2020; 114: 755-761.

RAMOS ES, et al. Avaliação Do Uso de Plantas Medicinais Para O Tratamento de Hipertensão Arterial Sistêmica Entre Os Usuários de Uma Unidade Básica de Saúde ID on Line revista de psicologia, 2019; 13(48): 651–661.

LUZ MK, et al. Avaliação do efeito do borneol sobre a modulação autonômica da pressão arterial de ratos normotensos e com hipertensão renovascular. Dissertação (Mestrado em Ciências Fisiológicas) - Programa de Pós-Graduação Multicêntrico em Ciências Fisiológicas. Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa-PB, 2021; 73 p.