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Mortalidade neonatal no Brasil no período de 2004 a 2014
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Palavras-chave

Mortalidade infantil
Registro de mortalidade
Sistemas de informação

Como Citar

Mortalidade neonatal no Brasil no período de 2004 a 2014. (2018). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 11(2), e142. https://doi.org/10.25248/reas.e142.2019

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Resumo

Objetivo: Estimar as taxas de mortalidade neonatal no Brasil entre os anos de 2004 a 2014 e sua variação ao longo dos anos. Estimar as taxas de mortalidade neonatal por regiões brasileiras e sua variação entre as regiões brasileiras ao longo do período citado. Métodos: Trata-se de um Estudo ecológico realizado com dados secundários extraídos no departamento de informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e no Sistema de Informação de Nascidos Vivos (SINASC). O período do estudo se deu de 2004 a 2014, as variáveis estudadas foram o número de nascidos vivos e o número de óbitos de crianças de 0 a 27 dias. Resultados: As taxas de mortalidade neonatal variaram ao longo dos anos entre o máximo de 11,86 no ano de 2004 e o mínimo de 8,97 no ano de 2014. Isso reflete uma tendência decrescente para o Brasil ao longo dos anos. A região Sul tem uma mínima obtida de 7,56 no ano de 2014. A região Nordeste variou de 13,80 em 2004 a 10,31 no ano de 2014. Conclusão: A partir do quadro epidemiológico brasileiro, a diminuição da mortalidade neonatal ainda é um desafio para os serviços de saúde, a sociedade e o governo. Para reduzir essas taxas é fundamental a intervenção nos diversos fatores que afetam a mortalidade neonatal.

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