Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
A dor na função sexual de universitárias do estado do Piauí
PDF

Palavras-chave

Disfunções Sexuais Fisiológicas
Dor
Sexualidade

Como Citar

A dor na função sexual de universitárias do estado do Piauí. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(1), e14356. https://doi.org/10.25248/reas.e14356.2024

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Avaliar a existência da dor referida no contexto da função sexual de universitárias, como indicativo de disfunção sexual. Métodos: Trata-se de estudo descritivo e explicativo de abordagem quantitativa entre mulheres universitárias do curso de Enfermagem em uma instituição de ensino superior do estado do Piauí. Foi considerado o número de alunas matriculadas (176 mulheres), sendo aplicado o instrumento público Female Sexual Function Index (FSFI). Utilizou-se o software Excel para a digitação dos dados e posterior análise. Resultados: Foi possível notar que 14 (27,94%) mulheres relatam sempre ou quase sempre frequência de dor durante a penetração vaginal; 10 (20,59%) sempre ou quase sempre sentem dor após a penetração vaginal e 9 (17,65%) referem nível de dor muito grande durante ou após a penetração vaginal. Conclusão: Compreende-se a importância de entender a sexualidade feminina no contexto universitário e, de buscar alternativas que diminuam a ocorrência da dor no intercurso sexual.

PDF

Referências

ABDO CHN e FLEURY HJ. Aspectos diagnósticos e terapêuticos das disfunções sexuais femininas. Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo), 2006; 33(3): 162–167.

ALIZADEH A e FARNAM F. Coping with dyspareunia, the importance of inter and intrapersonal context on women’s sexual distress: a population-based study. Reproductive Health, 2021; 18(1): 1-11.

ANTUNES JM, et al. Práticas de enfermagem ao paciente com dor crônica: revisão integrativa. Acta Paulista De Enfermagem, 2018; 31(6): 681-687.

ARAÚJO IA, et al. Representações sociais da vida sexual de mulheres no climatério atendem em serviços públicos de saúde. Texto & Contexto-Enfermagem, 2013; 22: 114-122.

ASSOCIAÇÃO PSIQUIÁTRICA AMERICANA. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Texto revisado (DSM-IV-TR). Porto Alegre: Artmed, 2014; 5.

ASSUNÇÃO MRS, et al. A sexualidade feminina na consulta de enfermagem: potencialidades e limites. Revista De Enfermagem Da UFSM, 2020; 10: 68.

BEZERRA KC et al. Sexual function of undergraduate women: a comparative study between Brazil and Italy. Rev Bras Enferm [Internet]. 2018; 71(3): 1428-1434.

BOCKORNI BR, GOMES AF. A amostragem em Snowball (bola de neve) em uma pesquisa qualitativa no campo da administração. Revista de Ciências Empresariais da UNIPAR, 2021; 105-117.

BRASIL APA, ABDO CHN. Transtornos sexuais dolorosos femininos. Revista Diagnóstico E Tratamento. 2016; 21(2): 89.

BRÁS M, et al. Educação para uma Sexualidade Positiva em Crianças e Adolescentes: Vários Olhares. International Journal Of Developmental And Educational Psychology. España. 2019; 277-283.

CUNHA CS. Physiotherapeutic Activity In The Treatment Of Penetral Gene Pain/Penetration With A Focus On The Manual Therapy Approach In Women At Menacme. Health and Society, 2021; 1(5).

CHEDRAUI P, et al. Assessment of sexual function of mid-aged Ecuadorian women with the 6-item Female Sexual Function Index. Maturitas, 2012; 71(4): 407-412.

CHOI H, et al. Assessment of sexual dysfunction and determination of its risk factors in the Republic of Korea. International journal of gynaecology and obstetrics: the official organ of the International Federation of Gynaecology and Obstetrics, 2014; 125(1): 60-64.

DIAMOND LM, ALLEY J. Was It Good for Her? An Alternative Perspective on Life History Theory, Female Same-Sex Sexuality, and Pleasure. Archives of sexual behavior, 2019; 48(5): 1315-1320.

DUARTE, AJO. Religião e comportamento sexual: concepções cristãs sobre sexualidade. Relegens Thréskeia, 2017; 6(1): 74-98.

FERREIRA DQ, et al. Função sexual e qualidade de vida em gestantes de baixo risco. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 2012; 34: 409-413.

LARA LAS, et al. Abordagem das disfunções sexuais femininas. Revista Brasileira De Ginecologia E Obstetrícia, 2008; 30(6): 312–321.

LATORRE GFS, et al. Disfunção sexual em jovens universitárias: prevalência e fatores associados. Fisioter Bras. 2016; 17(5): 442-449.

LIMA OE, et al. História da sexualidade feminina no Brasil: entre tabus, mitos e verdades. Revista Ártemis, 2018; 26(1): 303–314.

LOBATO AL. Saúde e sexualidade de adolescentes. Construindo equidade no SUS. Brasília, DF: OPAS, MS, 2017; 71.

MATTHES AC. Abordagem Atual da Dor na Relação Sexual (Dispareunia). Revista Brasileira De Sexualidade Humana, 2019; 30(1).

MEIRELES GS. Aspectos psicológicos das disfunções sexuais. Revista Brasileira de Sexualidade Humana, 2019; 30(2): 47-54.

PAIXÃO LS, et al. Preditores psicossociais da função sexual em mulheres em idade fértil atendidas em serviço de ginecologia. Revista Brasileira Militar de Ciências, 2020; 6(14).

PECHORRO P, et al. Satisfação sexual feminina: Relação com funcionamento sexual e comportamentos sexuais / Female sexual satisfaction: Relation with sexual function and sexual behaviors. Análise Psicológica, 2009; 99-108.

PURIFICAÇÃO ER, et al. Disfunções sexuais em mulheres jovens universitárias: estudo transversal. Revista Pesquisa Em Fisioterapia, 2021; 11(2): 307–319.

REIS SCRM. Fatores preditivos para o risco de disfunção sexual em mulheres climatéricas: estudo de base populacional. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2019; 109.

SANTA’ANNA CC. Physiotherapeutc Activity in the Treatmente of Penetral Gene Pain/Penetration With a Focus on the Manual Therapy Approach in Women at Menacme. Health and Society, 2021; 1(5).

SENEM CJ, CARAMASCHI S. Concepção de sexo e sexualidade no ocidente: origem, história e atualidade. Barbarói, 2017; 166-189.

SILVEIRA MG. Aspectos Psicológicos das Disfunções Sexuais. Revista Brasileira De Sexualidade Humana, 2019; 30(2): 47–54.

SIQUEIRA LI, et al. IMPLICAÇÕES DO VAGINISMO NO COTIDIANO DAS MULHERES. Revista Brasileira De Sexualidade Humana, 2010; 31(1).

SOUSA FAEF. Dor: o quinto sinal vital. Revista Latino-americana De Enfermagem, 2002; 10(3): 446-447.

SOUZA TC, et al. A dor como 5º sinal vital e os registros de enfermagem: uma revisão integrativa. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 2020; 9(11).

TRONCON JK, et al. Abordagem da dor gênito-pélvica/penetração. Revista Brasileira de Sexualidade Humana, 2017; 28(2): 69-74.

VAHLE M, SANTOS EM. Entre Freud e Foucault: confissão e sexualidade. Clínica & Cultura, 2014; 3(1): 3-16.