Resumo
Objetivo: Primário, traçar o perfil dos pacientes traqueostomizados (TQT), secundário, verificar as técnicas fisioterapêuticas mais prevalentes em uma Unidade de Terapia Intensiva Geral. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, descritivo, sendo incluídos pacientes com idade ≥ 18 anos, que aceitassem participar do estudo através do TCLE. E, excluídos aqueles com TQT prévia, de emergência, metálica e/ou crônica. A coleta foi realizada através da captação de informações dos prontuários, na ausência delas, os responsáveis eram contatados. A análise estatística foi feita no Software SPSS versão 26.0. Resultados: A maioria eram homens (70,6%), com idade ≥ 35 anos (70,6%). Grande parte internado devido rebaixamento do sensório (23,5%) e AVC (23,5%), com tempo de intubação até TQT de até 14 dias (76,5%), e, procedimento realizado principalmente por falta de sensório (82,4%). O desfecho mais prevalente foi melhora geral (68,8%), e as técnicas mais utilizadas pelos fisioterapeutas foram: vibrocompressão (100%) e posicionamento no leito (94,1%). Conclusão: Pacientes traqueostomizados com até 14 dias de intubação tendem a ter melhor evolução e desfecho, ressaltando o papel do fisioterapeuta, pois o uso de técnicas motoras e respiratórias corroboram para uma melhora global do paciente.
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