Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
A importância do reflexo vermelho no diagnóstico de doenças oculares congênitas neonatais
PDF

Palavras-chave

Neonato
Prematuridade
Alterações oculares
Reflexo vermelho

Como Citar

A importância do reflexo vermelho no diagnóstico de doenças oculares congênitas neonatais. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(7), e16442. https://doi.org/10.25248/reas.e16442.2024

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Avaliar a incidência das principais doenças oftalmológicas em neonatos nascidos em um Hospital Público de uma cidade do estado do Maranhão. Métodos: Estudo observacional, do tipo transversal e prospectivo. O estudo foi realizado em um Hospital Macrorregional do Maranhão, no período de janeiro de 2023 a agosto de 2023. Resultados: Os resultados foram construídos pela avaliação de 150 neonatos, onde a maioria das mães estavam na faixa etária de 18 a 25 anos, eram de outras cidades do Maranhão, solteiras, possuíam o ensino médio completo e eram da cor parda. Aos neonatos submetidos ao TRV, em sua maioria apresentava o peso maior que 3 kg, com 71,33%, sendo que 98,67% tiveram como resultado do teste a normalidade, e nenhum deles tinham histórico familiar de patologia ocular e histórico de câncer na família. Conclusão: Considera-se que o teste do reflexo vermelho é de extrema importância na avaliação da acuidade visual desde o nascimento, podendo assim, através do diagnóstico precoce ser evitados danos irreversíveis a visão, possibilitando assim um tratamento eficaz.

PDF

Referências

BALDINO VMacCL, et al. Red reflex test at the maternity hospital: results from a tertiary hospital and variables associated with inconclusive test results. J Pediatr. 2020; 96(6): 748-754.

MANSUKHANI SA, et al. Response to Fluorescein Angiography in Retinopathy of Prematurity- Comparison of Infants Treated with Bevacizumab to Those with Spontaneous. Ophthalmol Retina. 2020; 4(1): 1-2.

MUÑOZ JPN, et al. Importância do reflexo vermelho para detecção das patologias oculares congênitas no recém-nascido: uma revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Científico. 2022; 41(12): 1-10.

TAKSANDE A, et al. Red reflex test screening for neonates: A systematic review and meta analysis. Indian J Ophthalmol. 2021; 69(8): 1994-2003.

PASTRO J, TOSO BRGO. Influência do oxigênio no desenvolvimento de retinopatia da prematuridade. Rev Bras Enferm. 2019; 72(3): 623-30.

SHAHID E, et al. Frequency of Ocular Diseases in Infants at a Tertiary Care Hospital. Korean J Ophthalmol. 2019; 33(3): 287-293.

SUBHI Y, et al. Diagnostic test accuracy of the red reflex test for ocular pathology in infants: A meta-analysis. JAMA Ophthalmol. 2021; 139(1): 33-40.

KIDANE YT, TESHOME AW. Eye disorders spectrum: a tertiary hospital pediatric ophthalmology clinic ased in Ethiopia. BMC Ophthalmol, 2022; 22(1): 120.

FINIZOLA R, SOUSA MNA, MORAIS NNA. Perfil do teste do olhinho: estudo em instituição de referência do Estado da Paraíba. Revista Brasileira de Oftalmologia. 2020; 79(2): 109-13.

BRASIL. Conselho nacional de saúde. ministério da saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.

PEREIRA CFA, et al.Triagem de acuidade visual reduzida em uma unidade de Atenção Primária à Saúde.Revista Brasileira de Oftalmologia. 2019;78(4):250-254.

SOUSA CGS, et al. Idade maternal associada a fatores perinatais registrado em prontuários de gestantes em atendimento pré-natal em um centro de saúde da família. Rev. Ciênc. Méd. Biol. 2019; 18(2): 194-200.

ARAUJO ABS, OLIVEIRA, DA. Protocolo para teste do reflexo vermelho: utilização em consultas de crescimento e desenvolvimento. Enfermería Actual de Costa Rica. 2020; 38(12): 136-150.

MALLMANN MB, et al. Realização dos testes de triagem neonatal no Brasil: prevalências e desigualdades regionais e socioeconômica. Jornal de Pediatria, 2020; 96(4): 487-94.

MARQUES BL, et al. Orientações às gestantes no pré-natal: a importância do cuidado compartilhado na atenção primária em saúde. Esc. Ana Nery. 2021; 25(1,): 1-12.

GUIMARÃES NM, et al. Partos no Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro: prevalência e perfil das parturientes. Brazilian Journal of Development. 2021; 7(2): 11942-11958.

CARVALHO K, et al. Arterite sifilítica. Revista Brasileira de Oftalmologia. 2020; 79(2): 134-37.

SBP. Sociedade Brasileira de Pediatria. Grupo de Trabalho em Oftalmologia Pediátrica (2019-2021). Teste do reflexo vermelho - Atualização. P. 1-5, 2022.

DORSCH FLB, et al. Alterações ao teste do reflexo vermelho em recém-nascidos internados na unidade de terapia intensiva de um hospital filantrópico em Vitória/ES, Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2017; 18(3): 49–57.

GAMEIRO FILHO AR, GAMEIRO RR, MEDINA FMacC. Síndrome de Straatsma. Revista Brasileira de Oftalmologia,v. 79, n. 1, p. 66-68, 2020.

SOUZA CE, TEIXEIRA K, SONODA RT. Avaliação ocular em recém-nascidos. RECIMA21 - Revista Científica Multidisciplinar. 2022; 3(11): 1-12.